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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Rússia critica 'interferência de outros países' em assuntos internos da Venezuela

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, criticou a interferência do Ocidente nos assuntos internos da Venezuela. Mais cedo, Nicolás Maduro anunciou o rompimento das relações diplomáticas com os Estados Unidos como retaliação pelo reconhecimento de Juan Guaidó como presidente interino venezuelano.


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"Os eventos na Venezuela mostram como a comunidade ocidental progressista está realmente lidando com o direito internacional, a soberania e a não-interferência nos assuntos internos dos Estados, deliberadamente mudando o poder lá", escreveu Zakharova em sua página no Facebook.


Manifestantes enfrentam policiais durante uma manifestação para pedir a remoção do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, do cargo (arquivo)
© REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

A situação na Venezuela piorou consideravelmente após a posse de Nicolás Maduro, reconduzido ao poder no último dia 10 de janeiro. Países membros do Grupo de Lima — entre eles o Brasil — decidiram não reconhecer o novo mandato. Posteriormente, Brasil, Paraguai, Canadá e Estados Unidos decidiram reconhecer o presidente da Assembleia Nacional destituída, Juan Guaidó como o presidente interino do país.

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