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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Rússia e EUA trocam farpas sobre a Venezuela na ONU

A Rússia acusou neste sábado na ONU o governo dos Estados Unidos de querer "orquestrar um golpe de Estado" na Venezuela, mas Washington afirmou que o presidente Nicolás Maduro lidera um "Estado mafioso ilegítimo" e pediu a união de todos países às "forças liberdade" em apoio ao opositor Juan Guaidó.


France Presse

"A Venezuela não representa uma ameaça à paz e à segurança. (...) é uma tentativa de Washington de orquestrar um golpe de Estado", afirmou o embaixador da Rússia, Vassily Nebenzia, na sessão.

O embaixador russo na ONU, Vassily Nebenzia, conversa com jornalistas após reunião do Conselho de Segurança em 6 de setembro de 2018.
O embaixador russo na ONU, Vassily Nebenzia, conversa com jornalistas após reunião do Conselho de Segurança em 6 de setembro de 2018.

Mas o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, declarou, na sede das Nações Unidas, que Maduro lidera "um Estado mafioso e ilegítimo" e "que muitos venezuelanos estão morrendo de fome" devido a "um experimento socialista que provocou um colapso da economia".

"Agora é a hora de cada nação escolher de que lado estão. Sem mais atrasos, sem mais jogos. Ou está com as forças da liberdade, ou está na liga de Maduro e seu caos", afirmou Pompeo.

"Chegou a hora de apoiar o povo venezuelano, reconhecer o novo governo liderado pelo presidente interino (Juan) Guaidó e terminar com esse pesadelo. Sem desculpas", insistiu.

Pompeo também alertou Maduro sobre a proteção aos diplomatas americanos na Venezuela - cujo prazo para deixar o país estabelecido por Maduro vence amanhã.

"Deixem-me ser 100% claro: o presidente (Donald) Trump e eu esperamos que nossos diplomatas continuem recebendo as proteções previstas pela Convenção de Viena", disse. "Não ponham à prova os Estados Unidos em sua resolução de proteger nosso povo".

Um projeto americano de declaração do Conselho de Segurança sobre Venezuela que pedia "apoio pleno" à Assembleia Nacional dirigida por Guaidó foi bloqueado nesta manhã por China e Rússia.

Os Estados Unidos nomearam Elliott Abrams - diplomata questionado que participou de campanhas anticomunistas na América Central - como emissário para "restaurar a democracia" na Venezuela.

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