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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Rússia patrulha ações americanas após entrada de navio dos EUA no mar Negro

O Ministério da Defesa da Rússia informou nessa segunda-feira (7) que o navio-patrulha Pytlivy, da Frota do Mar Negro, está monitorando as ações do navio de desembarque USS Fort McHenry que entrou nas águas do mar Negro no dia 6 de janeiro.


Sputnik

"O navio-patrulha Pytlivy, da Frota do Mar Negro da Rússia, está realizando um complexo de atividades para controlar as ações do navio de assalto anfíbio USS Fort McHenry", afirmou o ministério em comunicado.


Navio USS Fort McHenry dos EUA (foto de arquivo)
USS Fort McHenry © Foto: Public Domain / U.S. Navy

O comunicado observou que o navio estava no mar Negro no domingo desde as 21h do horário de Moscou (16h do horário de Brasília).

"A partir das 9h30 [4h30 de Brasília], o navio entrou no porto romeno de Constanta", acrescentou o ministério.

A vice-almirante Lisa M. Franchetti, comandante da 6ª Frota, declarou em comunicado que a chegada do navio de guerra ao mar "reafirma a nossa determinação coletiva para a segurança do mar Negro e reforça nossas fortes relações com nossos aliados e parceiros da OTAN na região".

Anteriormente, o representante especial dos EUA para a Ucrânia, Kurt Volker, disse que Washington deveria considerar a possibilidade de aumentar presença no mar Negro.

As tensões aumentaram no mar Negro principalmente após a violação, no dia 25 de novembro, das águas territoriais russas por três navios ucranianos, que foram detidos junto com 24 tripulantes. Após o incidente, um processo criminal sobre a passagem fronteiriça ilegal foi aberto pela Rússia. Moscou também considera que a presença dos navios dos EUA e da OTAN no mar Negro sirva apenas para aumentar as tensões e colocar a Europa em risco de um conflito militar.

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