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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Rússia patrulha ações americanas após entrada de navio dos EUA no mar Negro

O Ministério da Defesa da Rússia informou nessa segunda-feira (7) que o navio-patrulha Pytlivy, da Frota do Mar Negro, está monitorando as ações do navio de desembarque USS Fort McHenry que entrou nas águas do mar Negro no dia 6 de janeiro.


Sputnik

"O navio-patrulha Pytlivy, da Frota do Mar Negro da Rússia, está realizando um complexo de atividades para controlar as ações do navio de assalto anfíbio USS Fort McHenry", afirmou o ministério em comunicado.


Navio USS Fort McHenry dos EUA (foto de arquivo)
USS Fort McHenry © Foto: Public Domain / U.S. Navy

O comunicado observou que o navio estava no mar Negro no domingo desde as 21h do horário de Moscou (16h do horário de Brasília).

"A partir das 9h30 [4h30 de Brasília], o navio entrou no porto romeno de Constanta", acrescentou o ministério.

A vice-almirante Lisa M. Franchetti, comandante da 6ª Frota, declarou em comunicado que a chegada do navio de guerra ao mar "reafirma a nossa determinação coletiva para a segurança do mar Negro e reforça nossas fortes relações com nossos aliados e parceiros da OTAN na região".

Anteriormente, o representante especial dos EUA para a Ucrânia, Kurt Volker, disse que Washington deveria considerar a possibilidade de aumentar presença no mar Negro.

As tensões aumentaram no mar Negro principalmente após a violação, no dia 25 de novembro, das águas territoriais russas por três navios ucranianos, que foram detidos junto com 24 tripulantes. Após o incidente, um processo criminal sobre a passagem fronteiriça ilegal foi aberto pela Rússia. Moscou também considera que a presença dos navios dos EUA e da OTAN no mar Negro sirva apenas para aumentar as tensões e colocar a Europa em risco de um conflito militar.

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