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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Salvini diz que a Itália vai trabalhar com a Polônia para construir uma nova Europa

O vice-primeiro-ministro da Itália, Matteo Salvini, quer que a Polônia e a Itália trabalhem juntas em uma nova Europa, declarou ele em uma entrevista coletiva em Varsóvia nesta quarta-feira.


Sputnik

"A Polônia e a Itália farão parte da nova primavera da Europa, o renascimento dos valores europeus", afirmou Salvini a repórteres durante uma entrevista coletiva com o ministro do Interior da Polônia, Joachim Brudzinski.


Matteo Salvini, líder do partido ultranacionalista italiano Lega Nord
Matteo Salvini © Sputnik / Taras Litvinenko

"A Europa que virá a se formar em junho (depois das eleições do Parlamento Europeu em maio) nos permitirá superar o que existe hoje e que é administrado por burocratas", acrescentou.

Já Brudzinski destacou que Varsóvia e Roma planejam conduzir um processo de reforço da fronteira externa da União Europeia (UE).

Ao lado da Hungria e da República Tcheca, Itália e Polônia possuem hoje governos destacadamente críticos à política de acolhimento capitaneada desde 2015 pelo bloco, em um movimento coordenado por Bruxelas e Berlim.

O refluxo da crise migratória, porém, vem se fazendo sentir nas urnas nos últimos anos, com o avanço de partidos e movimentos de direita na Europa, incluindo em países como Alemanha e Espanha. A mesma crise também influenciou na vitória do Brexit, referendo que decidiu pela saída do Reino Unido da UE.

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