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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Senador dos EUA cobra aliança Trump-Bolsonaro contra 'más intenções' de Rússia e China

O presidente dos EUA, Donald Trump, deve aproveitar uma oportunidade histórica de aproximar os Estados Unidos do Brasil sob o comando do ex-capitão do Exército Brasileiro, Jair Bolsonaro, com o foco em barrar as "más intenções" de Rússia e China na América do Sul, disse o senador republicano Marco Rubio.


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Em um artigo publicado no site da rede americana CNN, Rubio afirmou que a presença de Bolsonaro na Presidência brasileira marca uma nova era na política brasileira, após os "governos esquerdistas e antiamericanos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff", permitindo uma "oportunidade histórica" para aproximar os dois países.


Jair Bolsonaro se encontrou com John Bolton no Rio
Jair Bolsonaro e John Bolton © Foto : Divulgação / Twitter John Bolto

"Um Brasil forte, vibrante e democrático, mais estreitamente alinhado com os EUA como parceiro estratégico, pode ser um multiplicador de forças para enfrentar a crise atual na Venezuela (onde a governança se deteriorou e a corrupção generalizada) e para combater as más intenções de regimes autoritários como China, Rússia e Irã, que pretendem expandir sua presença e atividades na América Latina", escreveu Rubio.

O senador, que foi derrotado por Trump nas prévias do Partido Republicano em 2016, destacou que a Casa Branca deve agir de maneira rápida para "reforçar nossos laços de defesa e inteligência, aumentar o investimento no comércio, cooperação no setor de energia, apoiar a ascensão do Brasil à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), ampliando o acesso dos EUA à indústria espacial brasileira e a cooperação adicional contra o terrorismo e as redes criminosas transnacionais".

Rubio relembrou que a conhecida falta de apoio dos EUA à entrada do Brasil na OCDE se deu "por causa do desejo de lideranças brasileiras passadas de se alinharem mais de perto com o mundo em desenvolvimento e de apoiar políticas contrárias aos princípios centrais" da organização, algo que mudou com o governo Bolsonaro.

O republicano demonstrou grande interesse na base espacial de Alcântara, no Maranhão. Sem citar o local, Rubio explicou que o Brasil pode ser "um novo parceiro para melhorar nossas capacidades espaciais e expandir nossa cooperação espacial".

"Em agosto, os Estados Unidos e o Brasil assinaram um acordo de Conscientização Situacional Espacial, que permitirá uma maior conscientização sobre as operações de cada nação no espaço. Isso é particularmente útil porque o Brasil procura aumentar sua presença no mercado de lançamento de pequenos satélites", ponderou.

"O Brasil promulgou leis para proteger a propriedade intelectual estrangeira e sua localização geográfica oferece um potencial para o lançamento espacial. Se for bem executada, uma parceria mais próxima entre empresas brasileiras e norte-americanas, como a Boeing e a Embraer, trará benefícios para ambas as nações", acrescentou.

Venezuela

Rubio ainda mencionou que Bolsonaro pode ajudar a administração Trump e lidar com a Venezuela e com seu presidente, Nicolás Maduro. O senador defendeu investimentos estadunidenses em solo brasileiro em setores como o de energia, o que ajudaria a "afastar os pequenos países de sua dependência do petróleo venezuelano, o que ajuda a criar dependência do regime do presidente venezuelano Nicolas Maduro, um patrocinador estatal do narcotráfico".

"Os Estados Unidos também devem estar preparados para oferecer maior apoio ao Brasil para ajudar a administrar a crise humanitária resultante das centenas de milhares de venezuelanos que fugiram para o Brasil", destacou.

Por fim, o parlamentar teve tempo ainda para criticar Rússia e China, países que, segundo ele, "buscam apoiar ditadores e apoiar líderes autoritários como aqueles na Bolívia, Cuba, Nicarágua e Venezuela".

"Embora a relação econômica do Brasil com a China tenha sido importante para seu crescimento, os valores culturais e democráticos do Brasil estão naturalmente muito mais alinhados com os EUA. Juntos, os EUA e o Brasil têm uma oportunidade histórica de melhorar nossas relações comerciais e economias, enquanto também lidam com os reveses dos inimigos à democracia — China, Irã e Rússia — que buscam apoiar ditadores e apoiar líderes autoritários como aqueles na Bolívia, Cuba, Nicarágua e Venezuela", sentenciou.

Reprisando muito do que vem dizendo nos últimos meses o chanceler brasileiro Ernesto Araújo, Rubio concluiu sua retórica dizendo que a estabilidade do Ocidente passa pelos EUA, e pode integrar também o Brasil na era Bolsonaro.

"A nova administração do Presidente Bolsonaro oferece uma nova oportunidade para construir uma parceria EUA-Brasil mais forte para garantir a continuidade da paz e a expansão da prosperidade e estabilidade para o Hemisfério Ocidental. Os Estados Unidos devem aproveitar esta oportunidade", finalizou.

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