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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Sobe para 16 o número de mortos em ataque suicida do EI no norte da Síria

Pelo menos 16 pessoas morreram, entre elas dois membros da coalizão internacional liderada pelos Estado Unidos, em um ataque suicida reivindicado pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI) cometido nesta quarta-feira na cidade de Manbij, no norte da Síria.


EFE

Beirute - O Observatório Sírio de Direitos Humanos detalhou que entre as vítimas há dois soldados da aliança antijihadista, mas não especificou sua nacionalidade, além de cinco combatentes sírios das forças aliadas à coalizão que controlam a região.


Soldado sírio em foto de 2016. EFE/Str
Soldado sírio em foto de 2016. EFE/Str

Além disso, nove civis morreram devido à explosão que aconteceu no restaurante Qasr al Umara, no centro de Manbij, segundo a ONG.

Além das vítimas mortais, há dez civis e um membro da coalizão internacional feridos, e vários deles estão em estado grave, razão pela qual o número de mortos pode aumentar nas próximas horas.

O Observatório acrescentou que helicópteros da coalizão sobrevoam a área de Manbij, depois que informou anteriormente que uma das aeronaves aterrissou na cidade para levar os corpos e os feridos.

Por sua parte, a coalizão internacional disse no Twitter que está a par das informações sobre uma explosão na Síria, mas não confirmou o ataque contra suas forças.

A aliança informou, por outro lado, que suas forças realizaram uma "patrulha rotineira na Síria hoje", sem especificar se foi em Manbij.

Manbij estava sob o controle das Forças da Síria Democrática (FSD), uma aliança armada liderada por curdos e apoiada pela coalizão, embora os combatentes destas milícias tenham começado a se retirar da cidade depois de chegar a um acordo com o exército sírio.

O porta-voz do Conselho Militar de Manbij (vinculado às FSD), Shervan Derwish, disse na sua conta do Twitter que houve "uma explosão na movimentada rua do mercado de Manbij", cidade onde a polícia russa também faz patrulhas, em virtude do acordo com Damasco.

O ataque de hoje é o primeiro que acontece desde que os EUA anunciaram, no último dia 19 de dezembro, a retirada das suas tropas do norte da Síria e depois que, no dia 11 de janeiro, começou o processo de retirada, segundo indicou à Efe o coronel Sean Ryan, porta-voz da coalizão internacional.

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