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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Talibã e EUA chegam a um acordo que pode acabar com guerra que já dura 17 anos

Representantes do Talibã e autoridades dos EUA finalizaram uma proposta de acordo que colocaria fim à guerra do Afeganistão que já dura 17 anos no país, informou a Reuters no sábado.


Sputnik

De acordo com a fonte ouvida pela agência, o acordo inclui garantias de que a Al-Qaeda e o Daesh (autodenominado Estado Islâmico) não serão poderão usar o Afeganistão como base para práticas de terrorismo. Além disso, o acordo pede que as forças militares estrangeiras presentes no país se retirem dentro de 18 meses.


Um membro do grupo insurgente Talibã
Terrorista Talibã © REUTERS / Stringer

Após as negociações, espera-se que o enviado especial da paz dos EUA, Zalmay Khalilzad, informe o presidente Ashraf Ghani em Cabul sobre o progresso alcançado. A embaixada dos EUA em Cabul ainda não confirmou a notícia.

Em 25 de janeiro, o The New York Times informou que os EUA e o Talibã estavam se aproximando de um acordo que prevê a retirada das tropas americanas do Afeganistão em troca da promessa dos insurgentes de impedir que organizações terroristas como a al-Qaeda se infiltrassem no país.

O Talibã, grupo insurgente islâmico, tomou o poder no Afeganistão em 1996. Os Estados Unidos enviaram suas tropas ao país em 2001 para combater a al-Qaeda em retaliação aos ataques de 11 de setembro, argumentando que o país se tornou um refúgio seguro para os ataques terroristas promovidos pela rede terrorista enquanto os insurgentes estavam no poder. As tropas dos EUA acabaram por derrubar os islamitas.

Embora a maioria das tropas dos EUA tenha sido retirada do Afeganistão até o final de 2014, Washington continua apoiando as forças armadas afegãs no combate ao terrorismo.

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