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Gorbachov chama EUA para retomar diálogo com a Rússia sobre armas nucleares

O último presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachov, pediu que os Estados Unidos retomem um "diálogo sério" com a Rússia sobre o problema das armas nucleares e alertou contra as "perigosas tendências destrutivas" na política mundial, em artigo publicado nesta quarta-feira no jornal "Vedomosti".
EFE

Moscou - Após constatar uma ruptura da comunicação entre Moscou e Washington, o ex-líder soviético se dirigiu em particular aos congressistas americanos para pedir que deixem de lado suas diferenças partidárias para facilitar um "diálogo sério" entre ambos os países.


"Estou convencido de que a Rússia está preparada (para o diálogo)", ressaltou Gorbachov, que manifestou preocupação com a suspensão, primeiro pelos EUA e depois pela Rússia, do Tratado de Eliminação dos Mísseis de Médio e Curto Alcance (INF), que ele assinou em 1987 com o então presidente americano, Ronald Reagan.

Gorbachov apontou que por trás da decisão de Washington de deix…

'Terroristas não podem ser aliados': Turquia responde a EUA sobre 'devastação econômica'

As tensões entre Ancara e Washington aumentaram ainda mais devido à questão curda, após o ministro das Relações Exteriores turco, Mevlut Cavusoglu, ter anunciado na semana passada que Ancara iria lançar uma operação militar a leste do rio Eufrates se os EUA não retirassem suas tropas da Síria a tempo.


Sputnik

Ibrahim Kalin, porta-voz do presidente turco, respondeu no Twitter a um comentário recente do presidente dos EUA, que ameaçou "devastar economicamente" a Turquia se Ancara atacar as forças curdas na Síria, apoiadas pelos EUA.


Soldados turcos na Síria (foto de arquivo)
Tropas turcas na Síria © AFP 2018 / BULENT KILIC

O apoio dos EUA aos militantes curdos, que lutam contra o Daesh na Síria, tornou-se um grande obstáculo nas relações entre os dois aliados da OTAN. A Turquia considera que as Unidades de Proteção Popular curdas na Síria (YPG) são afiliadas ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), considerado pela Turquia como uma organização terrorista.

A questão se agravou desde que Trump declarou vitória sobre o Daesh, anunciando que retiraria cerca de 2 mil soldados dos EUA da Síria. Ao abordar o assunto, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, alertou que os EUA garantiriam que as forças turcas não atacariam os militantes curdos.

Além disso, o Ministério das Relações Exteriores da Síria confirmou que Damasco intensificou as negociações com os curdos em meio à ameaça de uma operação turca.

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