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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Trump conversa com Al Sisi sobre soluções políticas para o Oriente Médio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligou na terça-feira ao seu colega egípcio, Abdul Fatah al Sisi, para discutir sobre as possíveis soluções políticas às crises que ocorrem no Oriente Médio, informou nesta quarta-feira a presidência egípcia.


EFE

Cairo - Os dois líderes abordaram os "esforços conjuntos para restabelecer a estabilidade na região" a fim de chegar a soluções "políticas" às crises, "especialmente na Líbia, na Síria e no Iêmen", segundo um comunicado do escritório presidencial.


Foto de arquivo de Abdel Fattah el-Sisi, presidente do Egito. EFE/JUSTIN LANE
Foto de arquivo de Abdel Fattah el-Sisi, presidente do Egito. EFE/JUSTIN LANE

Durante a ligação telefônica, ambos também abordaram as "formas de melhorar as relações bilaterais", assim como "enfatizaram a necessidade de fortalecer ainda mais a cooperação em vários campos, especialmente a cooperação militar e na luta contra o terrorismo e na ideologia extremista", apontou a nota.

Os Estados Unidos são um dos principais aliados do Egito na região.

Desde o ano passado, o país americano participa de manobras militares no Egito, que foram suspensas em 2011 pelas revoltas populares, centradas na "segurança regional e cooperação" entre os exércitos, assim como operações conjuntas em "cenários de guerra não convencionais".

Trump estendeu a mão aos países árabes na luta contra o terrorismo e em 2017 inaugurou em Riad junto à Al Sisi e outros líderes árabes um centro para combater o extremismo.

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