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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Trump conversa com Al Sisi sobre soluções políticas para o Oriente Médio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligou na terça-feira ao seu colega egípcio, Abdul Fatah al Sisi, para discutir sobre as possíveis soluções políticas às crises que ocorrem no Oriente Médio, informou nesta quarta-feira a presidência egípcia.


EFE

Cairo - Os dois líderes abordaram os "esforços conjuntos para restabelecer a estabilidade na região" a fim de chegar a soluções "políticas" às crises, "especialmente na Líbia, na Síria e no Iêmen", segundo um comunicado do escritório presidencial.


Foto de arquivo de Abdel Fattah el-Sisi, presidente do Egito. EFE/JUSTIN LANE
Foto de arquivo de Abdel Fattah el-Sisi, presidente do Egito. EFE/JUSTIN LANE

Durante a ligação telefônica, ambos também abordaram as "formas de melhorar as relações bilaterais", assim como "enfatizaram a necessidade de fortalecer ainda mais a cooperação em vários campos, especialmente a cooperação militar e na luta contra o terrorismo e na ideologia extremista", apontou a nota.

Os Estados Unidos são um dos principais aliados do Egito na região.

Desde o ano passado, o país americano participa de manobras militares no Egito, que foram suspensas em 2011 pelas revoltas populares, centradas na "segurança regional e cooperação" entre os exércitos, assim como operações conjuntas em "cenários de guerra não convencionais".

Trump estendeu a mão aos países árabes na luta contra o terrorismo e em 2017 inaugurou em Riad junto à Al Sisi e outros líderes árabes um centro para combater o extremismo.

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