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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Turquia teria pedido para EUA lhe entregarem bases na Síria

No decorrer das negociações em Ancara entre as autoridades turcas e John Bolton, assessor do presidente norte-americano, a Turquia teria pedido a Washington que lhe entregue as bases norte-americanas na Síria, ou a sua destruição, segundo comunicou nesta terça-feira (8) a edição Hurriyet.


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Segundo as fontes da edição, a Turquia é contra a entrega das 22 bases dos EUA na Síria aos grupos curdos após a retirada das tropas norte-americanas deste país.


Soldado norte-americano, à esquerda, sentado em veículo blindado perto da tensa linha de frente entre o Conselho Militar de Manbij, apoiado pelos EUA, e os combatentes apoiados pelos turcos, em Manbij, norte da Síria, 4 de abril de 2018
Tropas dos EUA na base militar de Manbij, Síria © AP Photo / Hussein Malla

Anteriormente, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que a Turquia é o único país capaz de proteger os interesses da comunidade internacional e do povo sírio depois da retirada das tropas norte-americanas da Síria.

"A retirada das tropas norte-americanas deveria ser planejada e realizada cuidadosamente em cooperação com os parceiros adequados para proteger os interesses dos EUA, da comunidade internacional e do povo sírio", apontou o líder turco, citado pelo jornal The New York Times.

"A Turquia, que possui o segundo maior exército permanente da OTAN, é o único país que tem forças e desejo de cumprir essa tarefa", acrescentou.

Em Ancara, John Bolton participou das conversações com o conselheiro e secretário de imprensa do presidente turco, Ibrahim Kalin. Os tópicos da conversa não foram divulgados.

Nos meados de dezembro de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na Síria, assinalando que esse era o único motivo de permanência das tropas norte-americanas na República Árabe. Anteriormente, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que os EUA iniciaram a retirada das tropas americanas da Síria. Entretanto, segundo ela, a coalizão internacional liderada por Washington continuará existindo.

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