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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Ucrânia é 'maior problema' do mundo, segundo o ex-presidente tcheco

O ex-presidente da República Tcheca, Václav Klaus, apontou a Ucrânia como o maior problema do mundo.


Sputnik

A Ucrânia é o principal fator que pode deteriorar a situação internacional, disse Klaus, que atuou como presidente da República Tcheca entre 2003 e 2013.


Participantes de marcha nacionalista dedicada ao 76º aniversário do Exército Insurgente da Ucrânia (organização extremista proibida na Rússia) em Kiev
Marcha nacionalista na Ucrânia © Sputnik / Stringer

"Eu considero a Ucrânia como o maior problema", disse Klaus, referindo-se à segurança internacional.

Durante uma entrevista para uma emissora de Praga, Klaus explicou que a Ucrânia "é incitada pelas elites políticas do Ocidente a provocar a Rússia tanto quanto possível".

No entanto, Moscou não responde às ações provocativas das autoridades ucranianas. "Esta é uma decisão feliz, pois, caso contrário, esta caldeira pode explodir", advertiu Klaus.

Antes de se tornar presidente da República Tcheca, o político atuou como chefe de governo e presidente da câmara baixa do seu país.

No final de dezembro, o atual presidente tcheco, Milos Zeman, prometeu que seu país protestaria oficialmente contra a prática ucraniana de apresentar criminosos de guerra como heróis.

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