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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ucrânia é 'maior problema' do mundo, segundo o ex-presidente tcheco

O ex-presidente da República Tcheca, Václav Klaus, apontou a Ucrânia como o maior problema do mundo.


Sputnik

A Ucrânia é o principal fator que pode deteriorar a situação internacional, disse Klaus, que atuou como presidente da República Tcheca entre 2003 e 2013.


Participantes de marcha nacionalista dedicada ao 76º aniversário do Exército Insurgente da Ucrânia (organização extremista proibida na Rússia) em Kiev
Marcha nacionalista na Ucrânia © Sputnik / Stringer

"Eu considero a Ucrânia como o maior problema", disse Klaus, referindo-se à segurança internacional.

Durante uma entrevista para uma emissora de Praga, Klaus explicou que a Ucrânia "é incitada pelas elites políticas do Ocidente a provocar a Rússia tanto quanto possível".

No entanto, Moscou não responde às ações provocativas das autoridades ucranianas. "Esta é uma decisão feliz, pois, caso contrário, esta caldeira pode explodir", advertiu Klaus.

Antes de se tornar presidente da República Tcheca, o político atuou como chefe de governo e presidente da câmara baixa do seu país.

No final de dezembro, o atual presidente tcheco, Milos Zeman, prometeu que seu país protestaria oficialmente contra a prática ucraniana de apresentar criminosos de guerra como heróis.

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