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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

União Europeia sanciona Irã por conspirar assassinatos de opositores em seu território

A União Europeia (UE) sancionará os serviços de inteligência do Irã por supostamente estarem por trás de várias conspirações de assassinatos de opositores do regime em território comunitário.


EFE

Bruxelas - Os sancionados seriam duas pessoas e uma entidade vinculadas à inteligência iraniana e cujos ativos na UE serão congelados a partir do momento em que as sanções entrarem em vigor, informaram fontes europeias à Agência Efe.


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Lars Lokke Rasmussen | Reprodução

As sanções foram confirmadas no Twitter pelo governo dinamarquês, que liderou esta represália dos 28 países do bloco, depois que Teerã supostamente tentou assassinar três dissidentes em seu território.

"Muito encorajador que a UE estabeleça novas sanções contra o Irã em resposta às suas atividades hostis (...) cometidas na Europa", afirmou o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, na rede social.

A UE também considera que o regime iraniano participou do complô para realizar diversos assassinatos de opositores em solo holandês e francês.

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