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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

USAF financia testes de mísseis Cuda ‘Half-Raam’ da Lockheed

A Força Aérea dos EUA (USAF) financiou um programa de demonstração de testes de voo para o míssil ar-ar Cuda da Lockheed Martin, levando o conceito depois de cinco anos da sua aparição, diz a empresa.


Poder Aéreo

Os testes de voo, financiados pelo Laboratório de Pesquisa da Força Aérea (AFRL), avaliarão como o Cuda se compara com a capacidade de manobra em fase terminal do míssil ar-ar de alcance médio Raytheon AIM-120 (Amraam), diz Frank St. John, vice-presidente executivo da área de negócios Missiles and Fire Control da Lockheed.

Modelo em 3D do míssi ar-ar Cuda

Às vezes chamada de “half-raam”, a Lockheed projetou o Cuda para ter um alcance similar ao AIM-120 em um pacote com metade do tamanho, permitindo que caças existentes, como o F-22 e F-35, carregassem o dobro de mísseis ar-ar internamente.

O alcande proposto do míssil Cuda na mesma faixa do AIM-120 pode parecer contra-intuitivo em um pacote relativamente pequeno, mas a Lockheed insiste que é possível. Após o lançamento, o motor de foguete do AIM-120 queima por apenas alguns segundos, então usa a inércia e controla as aletas para manobrar enquanto se aproxima do alvo.

O Cuda de tamanho médio também usa o mesmo princípio. Para compensar o volume reduzido de propulsor, a Lockheed adiciona um sistema de controle de desvio e atitude (DACS) derivado do míssil PAC-3 terrestre. O DACS insere pequenos propulsores de foguete no nariz do míssil. Combinados com aletas de controle montadas à ré, tais propulsores poderiam, em teoria, tornar o Cuda mais eficiente que o AIM-120 durante a fase terminal de uma interceptação de longo alcance.

Além do F-22 e do F-35, a Lockheed também considera que Cuda desempenha um papel potencial no programa Next Generation Air Dominance (NGAD) da USAF. A área de negócios de Aeronáutica da Lockheed, com sua divisão Skunk Works em Palmdale, Califórnia, lidera as discussões da empresa com a Força Aérea na área da NGAD, mas a Missiles and Fire Control também participa com um conjunto de tecnologias, diz St. John.

Além de novos mísseis, a Lockheed também está avaliando como combinar essas armas com uma variedade de sensores, incluindo busca por infravermelho e rastreamento (IRST).

“Atualmente, há financiamento da AFRL para desenvolver o Cuda. Também há sensores – sensores de abertura distribuídos, sendo também financiados e sensores IRST”, diz St. John. “Estamos fazendo o trabalho de colaboração [análise operacional] com o pessoal de Palmdale sobre como esses sensores e armas permitem uma futura plataforma de domínio aéreo. Eu não posso entrar muito mais do que isso por causa das classificações de segurança.”

FONTE: Aviation Week

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