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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Venezuela acusa EUA de apoiar "golpe de estado" e rechaça antecipar eleições

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, acusou neste sábado os Estados Unidos no Conselho de Segurança da ONU de estar à frente de um "golpe de estado" no país sul-americano, e rechaçou antecipar eleições, após a cobrança feita por Reino Unido, França, Alemanha e Espanha para que elas sejam convocadas em um prazo de oito dias.


EFE

ONU - "Os Estados Unidos não estão por trás do golpe de estado, estão à frente, dão e ditam as ordens, não só à oposição venezuelana, mas aos países satélites", disse Arreaza, além de acusar o governo americano de fazer uma "grosseira intervenção" e de "ingerência".


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Jorge Arreaza | Reprodução

O Conselho de Segurança da ONU discutiu hoje a crise na Venezuela, a pedido dos Estados Unidos e apesar da rejeição de Rússia e China, após o presidente do Parlamento venezuelano, Juan Guaidó, se proclamar presidente interino do país.

Arreaza também acusou o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, de ter dado "sinal verde" para um "golpe de estado" por causa de um recente vídeo no qual mostrou apoio a Guaidó e às manifestações convocadas pela oposição.

O ministro alegou que as Nações Unidas não deveriam permitir o comportamento dos Estados Unidos e criticou duramente Reino Unido, França, Alemanha e Espanha por darem um prazo de oito dias ao presidente Nicolás Maduro para que convoque eleições - ou então reconheceriam Guaidó como chefe de governo - e disse que a União Europeia não tem nenhuma legitimidade para fazer ultimatos à Venezuela.

Arreaza também perguntou por que o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, não convocava eleições gerais, já que assumiu o poder após uma moção de censura contra o antecessor no cargo, Mariano Rajoy.

"Querem levar a Venezuela a uma guerra civil. Não vão conseguir", declarou o chanceler venezuelano.

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