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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Villas Bôas deixa o comando do Exército com fama de conciliador

Comandante do Exército nos últimos 4 anos até esta sexta-feira (11), o general Eduardo Villas Bôas deixou a liderança da caserna com prestígio incomum, não só interno, mas também externo, e descrito como um conciliador em tempos de crises.


Por Matheus Leitão | G1

Exaltado pela forma como comandou o Exército durante o período de instabilidade política que levou ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, Villas Bôas tem sido homenageado constantemente por autoridades públicas.

Bolsonaro cumprimentou o ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas nesta sexta-feira (11), na cerimônia de troca do comando — Foto: Marcos Corrêa/PR
Bolsonaro cumprimentou o ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas nesta sexta-feira (11), na cerimônia de troca do comando — Foto: Marcos Corrêa/PR

Ao blog, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot o avaliou como um “guardião da democracia”, referindo-se ao momento em que uma ala do Exército que desejava mais “participação política” das Forças Armadas acabou sendo coibida por Villas Boas.

Durante a crise mais turbulenta do governo Michel Temer, quando da revelação dos grampos da JBS envolvendo o próprio presidente, Villas Bôas declarou nas redes sociais: “A Constituição Federal brasileira há de ser sempre solução a todos os desafios institucionais do país. Não há atalhos fora dela!”.

Delegados da Polícia Federal avaliam internamente que Villas Bôas manteve o perfil de pacificador, com consenso e o diálogo, em momentos de dificuldade e embate político.

Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, durante a transmissão do cargo do ministro da Defesa, que Villas Bôas foi um dos responsáveis por ele estar à frente do país.


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