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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Washington trabalhará para estabelecer 'novo governo' e 'democracia real' na Venezuela

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, chamou o governo de Nicolás Maduro de "ilegítimo" e acrescentou que os EUA vão trabalhar ativamente para restaurar uma "democracia real" na Venezuela.


Sputnik

"É hora de iniciar a transição ordenada para um novo governo. Apoiamos o apelo da Assembleia Nacional para que todos os venezuelanos trabalhem juntos, pacificamente, para restaurar o governo constitucional e construir um futuro melhor", disse Pompeo citado pelo jornal The Washington Post.


Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo (imagem de arquivo)
Mike Pompeo © flickr.com/ Gage Skidmore

"O governo dos EUA continuará usando todo o poder econômico e diplomático dos Estados Unidos com o objetivo de pressionar com vista à restauração da democracia na Venezuela", acrescentou ele.

Segundo Pompeo, "o regime de Maduro é ilegítimo e os EUA vão continuar a trabalhar diligentemente para restaurar uma democracia real" nesse país.

Em 10 de janeiro, Maduro assumiu o segundo mandato consecutivo como presidente venezuelano. O novo mandato de Maduro foi considerado ilegítimo pela Assembleia Nacional do país, por diversos países da região, nomeadamente pelo Grupo de Lima, exceto o México, pela União Europeia, Canadá e EUA.

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