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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Washington trabalhará para estabelecer 'novo governo' e 'democracia real' na Venezuela

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, chamou o governo de Nicolás Maduro de "ilegítimo" e acrescentou que os EUA vão trabalhar ativamente para restaurar uma "democracia real" na Venezuela.


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"É hora de iniciar a transição ordenada para um novo governo. Apoiamos o apelo da Assembleia Nacional para que todos os venezuelanos trabalhem juntos, pacificamente, para restaurar o governo constitucional e construir um futuro melhor", disse Pompeo citado pelo jornal The Washington Post.


Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo (imagem de arquivo)
Mike Pompeo © flickr.com/ Gage Skidmore

"O governo dos EUA continuará usando todo o poder econômico e diplomático dos Estados Unidos com o objetivo de pressionar com vista à restauração da democracia na Venezuela", acrescentou ele.

Segundo Pompeo, "o regime de Maduro é ilegítimo e os EUA vão continuar a trabalhar diligentemente para restaurar uma democracia real" nesse país.

Em 10 de janeiro, Maduro assumiu o segundo mandato consecutivo como presidente venezuelano. O novo mandato de Maduro foi considerado ilegítimo pela Assembleia Nacional do país, por diversos países da região, nomeadamente pelo Grupo de Lima, exceto o México, pela União Europeia, Canadá e EUA.

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