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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Washington trabalhará para estabelecer 'novo governo' e 'democracia real' na Venezuela

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, chamou o governo de Nicolás Maduro de "ilegítimo" e acrescentou que os EUA vão trabalhar ativamente para restaurar uma "democracia real" na Venezuela.


Sputnik

"É hora de iniciar a transição ordenada para um novo governo. Apoiamos o apelo da Assembleia Nacional para que todos os venezuelanos trabalhem juntos, pacificamente, para restaurar o governo constitucional e construir um futuro melhor", disse Pompeo citado pelo jornal The Washington Post.


Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo (imagem de arquivo)
Mike Pompeo © flickr.com/ Gage Skidmore

"O governo dos EUA continuará usando todo o poder econômico e diplomático dos Estados Unidos com o objetivo de pressionar com vista à restauração da democracia na Venezuela", acrescentou ele.

Segundo Pompeo, "o regime de Maduro é ilegítimo e os EUA vão continuar a trabalhar diligentemente para restaurar uma democracia real" nesse país.

Em 10 de janeiro, Maduro assumiu o segundo mandato consecutivo como presidente venezuelano. O novo mandato de Maduro foi considerado ilegítimo pela Assembleia Nacional do país, por diversos países da região, nomeadamente pelo Grupo de Lima, exceto o México, pela União Europeia, Canadá e EUA.

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