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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Austrália compra 12 submarinos da França por US$ 50 bilhões

A Austrália assinou formalmente um contrato de US$ 50 bilhões com a França para construir 12 submarinos de última geração, um sinal da disposição do país de projetar energia em todo o Pacífico.


Sputnik

O primeiro-ministro Scott Morrison elogiou o "plano audacioso" em uma cerimônia em Camberra como "parte do maior investimento em defesa da paz da Austrália".


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Submarino Classe Scorpène | Reprodução

O contrato por 12 submarinos de classe de ataque é com a empresa Naval Group, que conta com a participação do Estado francês.

É o maior projeto de defesa da história da Austrália e o maior de exportação da Naval Group.

O primeiro submarino deverá ser concluído no início dos anos 2030.

Críticos dizem que é tarde demais: as águas do norte e do leste da Austrália são o cenário de uma intensa luta por influência entre os Estados Unidos, a China e as potências regionais.

Pequim fez reivindicações territoriais de grande parte do mar da China Meridional — uma via marítima vital para manter o suprimento de minérios e petróleo bruto que alimentam a economia chinesa.

Washington teme que a China esteja se tornando cada vez mais assertiva sobre suas reivindicações territoriais para mostrar seu domínio sobre as pequenas nações asiáticas e cimentar seu papel como a principal potência regional.

Analistas militares australianos esperam que os submarinos permitam que o país mantenha uma dissuasão confiável contra possíveis ações hostis.

A ministra das Forças Armadas da França, Florence Parly, assinou o acordo.

"É preciso muita confiança para a Austrália apostar na França e muita confiança para a França compartilhar com a Austrália a capacidade que está tão próxima do núcleo de nossa soberania e nossa autonomia estratégica", afirmou Parly.

As 12 embarcações de propulsão convencional serão construídas em um novo estaleiro no sul da Austrália.

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