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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
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Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Austrália compra 12 submarinos da França por US$ 50 bilhões

A Austrália assinou formalmente um contrato de US$ 50 bilhões com a França para construir 12 submarinos de última geração, um sinal da disposição do país de projetar energia em todo o Pacífico.


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O primeiro-ministro Scott Morrison elogiou o "plano audacioso" em uma cerimônia em Camberra como "parte do maior investimento em defesa da paz da Austrália".


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Submarino Classe Scorpène | Reprodução

O contrato por 12 submarinos de classe de ataque é com a empresa Naval Group, que conta com a participação do Estado francês.

É o maior projeto de defesa da história da Austrália e o maior de exportação da Naval Group.

O primeiro submarino deverá ser concluído no início dos anos 2030.

Críticos dizem que é tarde demais: as águas do norte e do leste da Austrália são o cenário de uma intensa luta por influência entre os Estados Unidos, a China e as potências regionais.

Pequim fez reivindicações territoriais de grande parte do mar da China Meridional — uma via marítima vital para manter o suprimento de minérios e petróleo bruto que alimentam a economia chinesa.

Washington teme que a China esteja se tornando cada vez mais assertiva sobre suas reivindicações territoriais para mostrar seu domínio sobre as pequenas nações asiáticas e cimentar seu papel como a principal potência regional.

Analistas militares australianos esperam que os submarinos permitam que o país mantenha uma dissuasão confiável contra possíveis ações hostis.

A ministra das Forças Armadas da França, Florence Parly, assinou o acordo.

"É preciso muita confiança para a Austrália apostar na França e muita confiança para a França compartilhar com a Austrália a capacidade que está tão próxima do núcleo de nossa soberania e nossa autonomia estratégica", afirmou Parly.

As 12 embarcações de propulsão convencional serão construídas em um novo estaleiro no sul da Austrália.

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