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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
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Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Áustria declara apoio a Guaidó como presidente da Venezuela

O chanceler da Áustria afirmou que conversou com o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó e prepara-se a compor o time de várias outras nações da União Europeia que reconhecem Guaidó como presidente interino.


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Países europeus como Alemanha, França, Espanha e Grã-Bretanha deram ao governo do presidente Nicolás Maduro um ultimato de oito dias para convocar novas eleições presidenciais.


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Sebastian Kurz | Reprodução

O prazo termina neste domingo e, caso um novo pleito não seja convocado, os países irão adotar a mesma postura dos Estados Unidos — que reconhecem Guaidó como presidente interino.

O chanceler austríaco, Sebastian Kurz, escreveu no Twitter que teve "um ótimo telefonema com o presidente @jguaido [Juan Guaidó]" e disse: "Ele tem todo o nosso apoio para restaurar a democracia".

Kurz acrescentou que "Se Maduro não responder à convocação da UE para eleições presidenciais livres e justas, nós reconheceremos e apoiaremos Juan Guaidó como presidente interino."

A União Européia diz que um recém-formado "Grupo de Contato Internacional" de países europeus e latino-americanos realizará sua primeira reunião no Uruguai na quinta-feira para tratar da crise na Venezuela.

Uma declaração conjunta da chefe da política externa da UE, Federica Mogherini, e do presidente uruguaio, Tabaré Vazquez, afirmou que a reunião em Montevidéu será realizada em nível ministerial.

O grupo inclui a UE e oito de seus países membros — França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Espanha, Suécia e Grã-Bretanha — além de países da América Latina como Bolívia, Costa Rica, Equador e Uruguai.

Seu objetivo declarado é "contribuir para criar condições para um processo político e pacífico emergir, permitindo que os venezuelanos determinem seu próprio futuro" através de eleições livres e confiáveis.

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