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Erdogan diz que vai acabar recebendo os F-35, mesmo comprando mísseis russos

O presidente turco, Tayyip Erdogan, disse no dia 18 de maio que a compra de sistemas de defesa aérea S-400 da Rússia é um acordo fechado, acrescentando que Ancara também produzirá em conjunto sistemas de defesa S-500 com Moscou.
Poder Aéreo

Autoridades norte-americanas disseram que a compra do sistema de defesa antimísseis S-400 pela Turquia é “profundamente problemática”, afirmando que arriscaria a parceria de Ankara no programa F-35, porque comprometeria os jatos da Lockheed Martin.

No entanto, Erdogan disse em uma sessão televisionada de perguntas e respostas com estudantes universitários em Istambul que a Turquia realizou um trabalho técnico e descobriu que tal problema não existia.

“Eles [os EUA] estão passando a bola no meio-campo agora, mostrando alguma relutância. Mas mais cedo ou mais tarde, receberemos os F-35. O cancelamento da entrega pelos EUA não é uma opção”, disse ele.

FONTE: Voice of America News

Avião espião dos EUA teria passado horas sobrevoando perto da Venezuela

Nos últimos dias, intensificaram-se voos de aeronave de reconhecimento dos EUA no espaço aéreo internacional perto da costa da Venezuela na tentativa de obter informações confidenciais, comunicou na terça-feira (26) CNN, citando fontes de defesa não identificadas.


Sputnik

As fontes não detalharam quais aviões de reconhecimento dos EUA estavam envolvidos nesta missão, mas relatos não confirmados no Twitter identificaram uma das aeronaves como um Boeing RC-135V.


Avião de reconhecimento norte-americano RC-135
CC BY-SA 2.0 / Flickr / Airwolfhound / RC-135 - RAF Mildenhall

A aeronave teria passado seis horas voando perto da costa venezuelana para receber informações sobre os sistemas de defesa antimísseis do país, incluindo os sistemas de defesa antiaérea S-300 fornecidos pela Rússia.

Os supostos sobrevoos ocorreram depois que o presidente venezuelano Nicolás Maduro, na segunda-feira (25), acusou os EUA de tentar "fabricar uma crise para justificar a escalada política e a intervenção militar na Venezuela, a fim de trazer guerra à América do Sul".

A crise na Venezuela que está em fase aguçada desde 23 de janeiro, quando o líder da oposição Juan Guaidó se declarou presidente interino do país, foi marcada por violentos confrontos no sábado (23), com as tentativas da oposição de entrega de ajuda humanitária, organizada pelos EUA e rechaçada categoricamente pelo presidente venezuelano legítimo, Nicolás Maduro, que acredita que a ajuda humanitária é utilizada como pretexto para iniciar agressão contra seu país.

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