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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

'Bola jogada entre China, EUA, Rússia': política alemã defende criação de exército europeu

Annegret Kramp-Karrenbauer, a sucessora de Angela Merkel na União Democrata-Cristã da Alemanha (CDU), afirmou durante seu primeiro discurso em Bruxelas como líder do partido que a UE deve criar um exército europeu.


Sputnik

De acordo com a política, citada pela edição Financial Times, a criação de um exército europeu paralelamente às forças nacionais seria um passo lógico, "se não quisermos ser bola jogada entre a Rússia e os EUA, e a China e os EUA".


Forças Armadas da Alemanha (foto de arquivo)
Militares alemães © AFP 2018 / John MacDougall

Kramp-Karrenbauer comentou ainda a questão da imigração ilegal, qualificando-a como "um dos maiores desafios do continente europeu por décadas", e pediu o reforço de controle das fronteiras externas da UE, que, de acordo com ela, é essencial para a sobrevivência do espaço Schengen.

"Temos que ter uma resposta comum e isso também deve estar no centro da campanha eleitoral europeia", afirmou.

A política defendeu a ideia apoiada pela chanceler alemã, Angela Merkel, e pelo presidente francês, Emmanuel Macron, de criação de um exército europeu conjunto, que eles esperam se tornar parte de uma estrutura de segurança transatlântica mais ampla. No início de novembro de 2018, Macron pediu a criação do que ele considera um "verdadeiro exército europeu", destinado a proteger os interesses da união; a ideia foi apoiada por Merkel.

No entanto, a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, rejeitou a ideia em novembro, assim como o secretário-geral da OTAN Jens Stoltenberg, que alertou que os esforços da UE não deveriam competir com a aliança, que ele chamou de base da segurança europeia.

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