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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Bolton conclama militares e Banco Central da Venezuela a tomarem o lado da oposição

O conselheiro de segurança nacional dos EUA, John Bolton, pediu neste sábado (2), que o militares venezuelanos e também os funcionários do Banco Central da Venezuela tomem posição em favor da oposição ao presidente Nicolás Maduro durante a crise política no país.


Sputnik

"Ao alto comando militar venezuelano, agora é a hora de tomar o lado do povo venezuelano. É seu direito e responsabilidade defender a constituição e a democracia na Venezuela! […] os funcionários do Banco Central venezuelano e outros banqueiros devem aceitar a anistia do presidente [interino Juan] Guaidó agora, pois é melhor do que serem responsabilizados pelo saque contra as riquezas do país depois", disse Bolton em sua conta oficial no Twitter.


John Bolton na Casa Branca.
John Bolton © AP Photo / Susan Walsh

O conselheiro ainda postou um link para uma reportagem da Bloomberg, que afirma haver "tensões dentro do Banco [Central] estão eclodindo" e um link de um vídeo mostrando policiais deixando a cena de um protesto anti-governo em Barquisimeto, na Venezuela, recusando-se a reprimir a manifestação.

Neste sábado (2), tanto apoiadores da oposição quanto do presidente Nicolás Maduro saíram às ruas em meio a crise política no país.

Em 23 de janeiro, Guaidó, o líder oposicionista da Assembleia Nacional, autoproclamou-se o presidente interino da Venezuela. A medida foi apoiada por países como os Estados Unidos, o Brasil e a Argentina.

Já China, Turquia, Rússia, México, Uruguai e Cuba estão entre os países que reconhecem apenas Maduro como o líder legítimo da Venezuela, em respeito à vitória eleitoral do presidente em 2018.

Maduro acusa os EUA de estarem operando um golpe de Estado na Venezuela e cortou laços diplomáticos com os norte-americanos.

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