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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Bombas da Segunda Guerra fecham aeroporto em Roma por horas

Ciampino, segundo mais importante da capital italiana e utilizado por companhias de baixo custo, é fechado por três horas depois de explosivos serem encontrados na área de estacionamento de aeronaves.


Deutsch Welle

As autoridades italianas fecharam por algumas horas, nesta quinta-feira (07/02), o aeroporto Ciampino, em Roma, após três bombas da Segunda Guerra Mundial terem sido encontradas durante obras na área de estacionamento de aeronaves.


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Especialistas militares desativaram as bombas, de fabricação alemã e com 75 quilos de explosivos

Especialistas do Exército foram chamados para desativar as bombas, de fabricação alemã, que pesavam 150 quilos e continham cerca de 75 quilos de explosivos, afirmou o Ministério da Defesa da Itália. Cerca de 750 pessoas foram retiradas do aeroporto.

O aeroporto foi fechado durante cerca de três horas para permitir a retirada dos artefatos e reabriu por volta das 17h30 (horário local). Os voos programados, tanto de chegada como de partida, sofreram atrasos ou foram transferidos para o aeroporto de Fiumicino, o principal da capital italiana.

O aeroporto de Ciampino é o segundo em importância de Roma e nele operam principalmente companhias de baixo custo. Em 2018, ele teve quase 6 milhões de passageiros, frente aos 42 milhões que passaram pelo de Fiumicino, o maior da cidade e situado no litoral romano.

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