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Gorbachov chama EUA para retomar diálogo com a Rússia sobre armas nucleares

O último presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachov, pediu que os Estados Unidos retomem um "diálogo sério" com a Rússia sobre o problema das armas nucleares e alertou contra as "perigosas tendências destrutivas" na política mundial, em artigo publicado nesta quarta-feira no jornal "Vedomosti".
EFE

Moscou - Após constatar uma ruptura da comunicação entre Moscou e Washington, o ex-líder soviético se dirigiu em particular aos congressistas americanos para pedir que deixem de lado suas diferenças partidárias para facilitar um "diálogo sério" entre ambos os países.


"Estou convencido de que a Rússia está preparada (para o diálogo)", ressaltou Gorbachov, que manifestou preocupação com a suspensão, primeiro pelos EUA e depois pela Rússia, do Tratado de Eliminação dos Mísseis de Médio e Curto Alcance (INF), que ele assinou em 1987 com o então presidente americano, Ronald Reagan.

Gorbachov apontou que por trás da decisão de Washington de deix…

Canadá anuncia ajuda econômica à Venezuela em reunião do Grupo de Lima

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, anunciou nesta segunda-feira que seu país proporcionará 53 milhões de dólares canadenses (cerca de US$ 39 milhões) de ajuda humanitária para os venezuelanos, em um discurso realizado durante a abertura da reunião de emergência do Grupo de Lima em Ottawa.


EFE

Otawa - A reunião de emergência do Grupo de Lima começou hoje com o objetivo de aumentar a pressão sobre o regime de Nicolás Maduro para que deixe o poder e consolide o apoio a Juan Guaidó, que em 23 de janeiro se proclamou presidente encarregado do país.


O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau. EFE/ Andre Pichette
O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau. EFE/ Andre Pichette

Na abertura da reunião, o primeiro-ministro do Canadá disse que "este é um momento crucial para o povo da Venezuela" e que "agora é o momento para a transição democrática" no país.

Durante a abertura da reunião, também foi projetada uma mensagem em vídeo de Guaidó, na qual afirmou que a Venezuela "está perto de conseguir a volta da liberdade" e que é necessário que a comunidade internacional mantenha a pressão sobre o regime de Maduro.

Trudeau disse que Guaidó "mostrou grande coragem e convicção para seguir o caminho legal à democracia, como está estabelecido na Constituição venezuelana" e "deu esperança a inumeráveis pessoas no mundo todo".

O primeiro-ministro canadense acrescentou que "a Venezuela agora tem um presidente interino legítimo e um claro caminho constitucional para eleições livres e democráticas" e que a reunião do Grupo de Lima "dará uma oportunidade para discutir quais passos podem ser tomados para apoiar o processo democrático".

Também discursou o ministro das Relações Exteriores do Peru, Néstor Popolizio, que afirmou que o reconhecimento de Guaidó como presidente legítimo da Venezuela é "o começo do fim da ditadura".

A reunião de emergência do Grupo de Lima deve tratar nesta segunda-feira da atual situação política na Venezuela, medidas para ajudar economicamente o país assim como a crise humanitária e de refugiados.

Estão presentes na reunião os ministros das Relações Exteriores dos 14 países fundadores do Grupo de Lima exceto o México, que após a chegada à Presidência do país de Andrés Manuel López Obrador se distanciou do grupo na postura para a Venezuela.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Michael Pompeo, deve discursar via teleconferência desde Washington.

Também estão presentes representantes da União Europeia (UE), França, Alemanha, Holanda, Portugal, Espanha e Reino Unido, assim como Julio Borges, presidente do partido Primeiro Justiça da Venezuela e representante de Guaidó no Grupo de Lima.

Borges declarou à Agência Efe que espera que "todo o Grupo de Lima se some ao processo de ajuda humanitária e que se some com muita força em tudo o que tem a ver com o apoio a um processo eleitoral livre".

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