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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Chancelaria russa: EUA instigam abertamente à rebelião das Forças Armadas venezuelanas

Os EUA instigam abertamente as Forças Armadas da Venezuela à rebelião, disse a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.


Sputnik

Zakharova afirmou que tudo indica que os EUA escolheram o cenário de confrontação na Venezuela com o uso da força e nem tentam esconder isso.


Militares venezuelanos (imagem referencial)
Militares venezuelanos © Sputnik / Sergei Mamontov

"Todos os meios de pressão informacional e psicológica estão sendo usados, desde a manipulação e informações falsas na mídia até a chantagem direta e incitação ao ódio. O principal objeto desta influência são as Forças Armadas da República Bolivariana. Continua igualmente sendo feita pressão em larga escala no pessoal militar", disse Zakharova em uma entrevista na quinta-feira (14).

Assim, de acordo com Zakharova, EUA induzem o Exército venezuelano à revolta e políticos americanos de alto nível estão pedindo às Forças Armadas venezuelanas que passem para o lado da nova liderança autoproclamada.

"Que direito moral, depois disso, têm os EUA, em princípio, de falar sobre democracia e Estado de direito, tanto em um país em particular como na arena internacional? Não têm", disse ela.

No dia 31 de janeiro, o Parlamento Europeu pediu aos países europeus que se juntem ao reconhecimento do líder da oposição.

A Rússia, China, Irã e Turquia reafirmaram seu apoio ao atual governo venezuelano de Maduro, enquanto vários países latino-americanos, alinhados com os EUA e UE, expressaram apoio a Guaidó.

A crise política venezuelana se agravou no dia 23 de janeiro, depois que o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país durante protestos antigovernamentais realizados nas ruas de Caracas.

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