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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Chanceler da Espanha reitera que UE rejeita intervenção militar na Venezuela

O ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, Josep Borrell, reafirmou nesta sexta-feira que os integrantes da União Europeia (UE) são contrários a uma intervenção militar na Venezuela para resolver a crise do país.


EFE

Bucareste - "Está muito claro que a Espanha não apoiaria e seria contrária a uma intervenção militar estrangeira. Acredito que esta é a posição absolutamente dominante no Conselho Europeu", disse Borrell após participar de uma reunião informal de chanceleres do bloco.


O ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, Josep Borrell. EFE/ Robert Ghement
O ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, Josep Borrell. EFE/ Robert Ghement

No encontro, os ministros de Relações Exteriores dos países-membros da UE discutiram a situação na Venezuela, mas não entraram em acordo para reconhecer o chefe da Assembleia Nacional do país, Juan Guaidó, como presidente interino.

Itália e Grécia fizeram a oposição mais firme ao reconhecimento.

Autoproclamado presidente interino da Venezuela no último dia 23 de janeiro, Guaidó disse, em entrevista concedida à "CNN" que está disposto a receber ajuda militar dos Estados Unidos caso seja necessário. No entanto, ressaltou que a opção não era desejável.

"Aqui na Venezuela, estamos fazendo o possível para pressionar (Nicolás Maduro) e para que não tenhamos que chegar a um cenário que ninguém desejaria viver", afirmou o líder da oposição.

Perguntado sobre o posicionamento do presidente interino da Venezuela, o chanceler da Espanha evitou qualquer tipo de polêmica, disse que não tinha assistido à entrevista de Guaidó e que, portanto, só falaria sobre as posições de seu país quanto à crise.

"É preciso ter muito cuidado com essas questões de intervenções militares", avaliou o ministro espanhol.

Sobre a falta de consenso dentro da UE para apoiar Guaidó, Borrell ressaltou que dois países têm reservas sobre as "condições" de atuação do presidente interino da Venezuela. A Espanha, no entanto, reconheceu o opositor como chefe de Estado da Venezuela.

Borrell ressaltou que a Espanha não está seguindo as decisões tomadas pelos EUA e lembrou que o presidente do governo, Pedro Sánchez, estabeleceu, junto a outros países europeus, um prazo de oito dias para que Maduro convoque eleições na Venezuela.

O chanceler também destacou que muitos países não viram com bons olhos a tentativa da UE de criar um grupo de contato para apoiar a realização de eleições livres na Venezuela.

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