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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Chanceler da Espanha reitera que UE rejeita intervenção militar na Venezuela

O ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, Josep Borrell, reafirmou nesta sexta-feira que os integrantes da União Europeia (UE) são contrários a uma intervenção militar na Venezuela para resolver a crise do país.


EFE

Bucareste - "Está muito claro que a Espanha não apoiaria e seria contrária a uma intervenção militar estrangeira. Acredito que esta é a posição absolutamente dominante no Conselho Europeu", disse Borrell após participar de uma reunião informal de chanceleres do bloco.


O ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, Josep Borrell. EFE/ Robert Ghement
O ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, Josep Borrell. EFE/ Robert Ghement

No encontro, os ministros de Relações Exteriores dos países-membros da UE discutiram a situação na Venezuela, mas não entraram em acordo para reconhecer o chefe da Assembleia Nacional do país, Juan Guaidó, como presidente interino.

Itália e Grécia fizeram a oposição mais firme ao reconhecimento.

Autoproclamado presidente interino da Venezuela no último dia 23 de janeiro, Guaidó disse, em entrevista concedida à "CNN" que está disposto a receber ajuda militar dos Estados Unidos caso seja necessário. No entanto, ressaltou que a opção não era desejável.

"Aqui na Venezuela, estamos fazendo o possível para pressionar (Nicolás Maduro) e para que não tenhamos que chegar a um cenário que ninguém desejaria viver", afirmou o líder da oposição.

Perguntado sobre o posicionamento do presidente interino da Venezuela, o chanceler da Espanha evitou qualquer tipo de polêmica, disse que não tinha assistido à entrevista de Guaidó e que, portanto, só falaria sobre as posições de seu país quanto à crise.

"É preciso ter muito cuidado com essas questões de intervenções militares", avaliou o ministro espanhol.

Sobre a falta de consenso dentro da UE para apoiar Guaidó, Borrell ressaltou que dois países têm reservas sobre as "condições" de atuação do presidente interino da Venezuela. A Espanha, no entanto, reconheceu o opositor como chefe de Estado da Venezuela.

Borrell ressaltou que a Espanha não está seguindo as decisões tomadas pelos EUA e lembrou que o presidente do governo, Pedro Sánchez, estabeleceu, junto a outros países europeus, um prazo de oito dias para que Maduro convoque eleições na Venezuela.

O chanceler também destacou que muitos países não viram com bons olhos a tentativa da UE de criar um grupo de contato para apoiar a realização de eleições livres na Venezuela.

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