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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Chanceler: Rússia não planeja ações militares conjuntas com Irã e Turquia na Síria

Não estão planejadas ações militares conjuntas da Rússia, Turquia e Irã no território da Síria, assegurou o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.


Sputnik

"Não estamos planejando operações militares conjuntas da Rússia, Turquia e Irã no território da Síria", afirmou Lavrov em entrevista à TV Vietnamita e aos canais de TV chineses CCTV e Phoenix nas vésperas das suas visitas à China e ao Vietnã.


Militares russos durante cerimônia de visita do presidente russo, Vladimir Putin, à base aérea em Hmeymim, na Síria
Militares russos na Síria © Sputnik / Mikhail Klimentiev

Ao mesmo tempo, o diplomata destacou que a Rússia, a Turquia e o Irã são os garantidores de uma trégua na Síria.

O ministro explicou que a Federação da Rússia e a República Islâmica do Irã atuam no território da Síria a convite do governo legítimo da República Árabe.

"A Turquia citou a preocupação com a ameaça à sua segurança, mas o governo sírio protesta contra a presença dos militares turcos no território do país. No entanto, ele apoiou as a criação do formato de Astana. Essa é uma decisão pragmática que ajudou a alcançar o que ninguém tinha conseguido — garantir um verdadeiro cessar-fogo na maior parte da Síria e dar início a um diálogo direto entre o governo e a oposição armada", acrescentou.

Mais cedo, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, não descartou a possibilidade de ações militares conjuntas da Turquia, Rússia e Irã contra grupos radicais na província síria de Idlib.

A Síria enfrenta uma guerra civil desde 2011. As forças governamentais estão em confronto com numerosos grupos da oposição, militantes armados e organizações terroristas.

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