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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
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Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

China está planejando abandonar política de 'não ser o primeiro a usar' armas nucleares?

A China poderia reconsiderar sua política de longa data de "não ser o primeiro país a utilizar" armas nucleares, de acordo com analistas.


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Como sinal dessa crescente preocupação, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou em outubro que sua decisão de se retirar do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) se deveu à necessidade de responder ao crescente potencial nuclear da China, gerando por sua vez preocupação no país asiático, de acordo com a edição chinesa South China Morning Post.


Soldados do Exército Popular de Libertação da China (PLA) na parada militar comemorativa do 90º aniversário do exército chinês, julho de 2017
Militares chineses em desfile © REUTERS / China Daily

À medida que a China vem avançando no desenvolvimento de suas armas e Washington e vem tentando limitar a capacidade militar de Pequim no mar do sul da China, os dois países começam a se envolver em uma competição na área nuclear.

De acordo com Zhao Tong, membro do Programa de Polícia Nuclear com sede no Centro Carnegie-Tsinghua para a Política Global, os EUA e seus aliados estão aumentando suas capacidades de guerra antissubmarina no mar do Sul da China e no oceano Índico.

Entretanto, diferente dos EUA, o país asiático não pode lançar um ataque preventivo devido à disparidade tecnológica, portanto, não lhe resta outra alternativa senão manter sua política de "não ser o primeiro a utilizar" armas nucleares, apontou o artigo.

Em um comunicado do final do ano passado, Zhao afirmou que tal aumentaria a desconfiança entre os dois países e também a possibilidade de que Pequim possa revisar a sua política de não ser o primeiro a usar armas nucleares, vigente desde os primeiros testes nucleares do gigante asiático em 1964.

Neste sentido, a série de mísseis JL, ou Julang, para submarinos de propulsão nuclear, faz parte de uma estratégia do Exército Popular de Libertação (EPL) de estender suas capacidades de retaliação nuclear do país.

No entanto, Song Zhongping, especialista militar, indicou que a capacidade nuclear da China também está muito atrás da da Rússia. Os EUA e a Rússia possuem mais de 90% das armas nucleares, reforçou.

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