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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

China está preocupada que inteligência artificial possa levar a novas guerras

Especialistas chineses estão preocupados por as tentativas de integrar a inteligência artificial em armas e equipamentos militares poderem levar à guerra entre nações, informou um novo relatório publicado pelo Centro para uma Nova Segurança Americana (CNAS).


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Segundo o relatório, as autoridades chinesas consideram a inteligência artificial como uma ameaça à paz global porque esta já foi integrada nos serviços militares e de comunicação. O desenvolvimento da inteligência artificial poderia minar as normas internacionais de comunicação entre os países, gerando confusão e possíveis conflitos.


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Drone chinês Blowfish A2 | Reprodução

"O cenário específico descrito por mim [por um funcionário anônimo chinês] é uma escalada não intencional relacionada ao uso de um drone", revelou ao portal The Verge Gregory C. Allen, analista do CNAS.

Allen disse que a China está preocupada com os drones norte-americanos, que se tornaram menores e automatizados. Por outro lado, a China está ela própria sendo "mais agressiva no que se refere à introdução de maiores níveis de autonomia, mais perto do uso letal da força", revelou Allen. Um exemplo é o drone Blowfish A2, que a China exporta internacionalmente e que, segundo o analista, é anunciado como um drone capaz de ser totalmente autônomo.

Ele também destacou que os países ainda precisam definir "as normas do conflito armado" para os sistemas autônomos, pois essa incerteza pode se tornar uma "ameaça real e legítima".

Outra parte do relatório do CNAS analisa uma série de outras preocupações do governo chinês. De acordo com ele, Pequim reconhece que as duas únicas superpotências na área de inteligência artificial são os EUA e a China, e cada país tem seus próprios pontos fortes e fracos. A China tem acesso a mais dados, por exemplo, e tem potencial para ultrapassar a tecnologia ocidental, enquanto os EUA têm uma liderança significativa no desenvolvimento da tecnologia de chips — um componente vital das enormes séries de dados necessários para criar aplicativos de inteligência artificial.

Allen também destacou que há uma possibilidade de aumentar a cooperação internacional entre os EUA e a China na esfera da guerra moderna. As autoridades norte-americanas tendem a ser menos bem informadas sobre suas contrapartes chinesas, em parte porque muitos documentos políticos chineses nunca são traduzidos para o inglês.

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