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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

China vence 'guerra de drones' e está perto de deixar os EUA para trás, diz mídia

Perante as últimas decisões norte-americanas, que destruíram a execução de diversas normas, tecnologias militares estão sendo disseminadas na região.


Sputnik

Em meio à disseminação, surge a "era dos drones", que estão se espalhando pelos campos de batalha. Especialmente no Oriente Médio, onde o equipamento se tornou símbolo do império dos EUA, operando em um vazio legal.


Resultado de imagem para Rainbow CH-4
CASC Rainbow CH-4 | Reprodução


Nos primeiros anos da "Guerra ao Terror", os norte-americanos ainda possuíam um monopólio virtual sem qualquer risco de execução, porém, isso está mudando e o país está perdendo seu espaço, além de possuir diversos projetos condenados a falhar, conforme o portal Common Dreams.

Então, outros países surgiram com desejo de execução político e financeiramente de drones de baixo custo, elevando o número de forças de sua própria frota de drones. Além disso, estes números estão crescendo rapidamente.

Com o crescimento da utilização, o mercado multibilionário está em constante crescimento e o grande fornecedor que está atendo à demanda atual é a China.

A China possui o drone de combate Rainbow CH-4, que possui características quase idênticas às do drone norte-americano, Reaper, entretanto o drone chinês apresenta melhores parâmetros, capazes de ultrapassar o concorrente norte-americano.

Além disso, o drone chinês possui uma grande semelhança em termos de ataque, o que é uma estratégia adotada por engenheiros chineses, na qual eles utilizam as mesmas tecnologias de outros países, aplicando melhorias necessárias. Mas, o grande diferencial é o seu baixo custo.

Vale ressaltar que os chineses estão desenvolvendo o Rainbow CH-7, que poderá contribuir para que o gigante asiático ultrapasse os norte-americanos pela primeira vez na história, segundo o portal Defense One.

"O CH-7 será a única opção para os compradores que procuram um drone furtivo de combate", afirma o especialista Paul Scharre, ressaltando que os EUA que um dia já foram líder global, hoje foram deixados para trás.

Drones eram frequentemente utilizados pelos EUA, Reino Unido e Israel sob o pretexto de combater o terrorismo, entretanto, este cenário sofreu grandes mudanças nos últimos anos.

Uma pesquisa aponta que, na atualidade, já somam 29 países que utilizam estes equipamentos no campo de batalha, além disso, aproximadamente 10 destes países teriam utilizado drones para eliminar inimigos.

Sendo assim, o estudo mostra que o mercado de drone está em constante crescimento. Neste mercado, Israel entra na lista de grandes exportadores, pois 60% das exportações de drones foram realizadas pelos israelenses nas últimas três décadas.

Entretanto, recentemente, a China exportou um total de 88 drones para 12 países, ocupando o terceiro lugar na lista de exportadores, atrás apenas de Israel e dos EUA.

Os drones israelenses são focados em missões de reconhecimento, enquanto que os drones chineses são focados em missões de combate, pois possuem sistema de armas. Com isso, os asiáticos ultrapassaram tanto os israelenses quanto os norte-americanos, exportando um total de 68 drones de combate contra 62 dos norte-americanos e 56 dos israelenses.

Hoje, a China é considerada a "vencedora da Guerra de Drones", pois, além da exportação, as forças chinesas possuem diversas frotas com um grande número de drones, ressaltando que o país nunca utilizou seus drones para eliminar alvos, segundo o portal FP.

Atualmente, a China fornece seus drones para Argélia, Egito, Etiópia, Iraque, Jordânia, Birmânia, Nigéria, Paquistão, Arábia Saudita, Turquemenistão, Emirados Árabes e Zâmbia.

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