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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Corrida armamentista? EUA criam míssil hipersônico para competir com China e Rússia

Heather Wilson, secretária da Força Aérea dos EUA, disse que os EUA estão mais próximos de desenvolver um míssil hipersônico, com uma velocidade cinco vezes superior à do som.


Sputnik

Durante o discurso no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais na sexta-feira (8), Wilson afirmou que todos os esforços estão sendo feitos para acompanhar as outras nações no desenvolvimento de novos sistemas de mísseis.


F-35A Lightning II disparando míssil AMRAAM na costa da Califórnia durante teste, em 30 de outubro de 2014
Lançamento de míssil AMRAAM por um F-35 Lightning II © US Air Force

A secretária informou que a Força Aérea dos EUA opera atualmente 80 satélites no espaço, além de sugerir que a Rússia também está criando novos sistemas de mísseis depois que o Estado americano anunciou planos de retirada do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).

O embaixador norte-americano Robert Wood, representante permanente dos EUA na Conferência sobre Desarmamento, declarou na quinta-feira (7) em Genebra que talvez Washington possa reconsiderar sua retirada do tratado INF, "se a Rússia retornar ao cumprimento total e verificável" do acordo, adicionando que está é "a última oportunidade de a Rússia retornar à conformidade".

Ainda antes dos EUA terem anunciado a sua saída do tratado, Moscou e Washington se acusavam repetidamente de violar o INF.

Diante da proposta de deixar o tratado ou seguir as regras americanas, dentro de um prazo de seis meses, a Rússia negou ter violado o tratado e anunciou ter começado a desenvolver novos sistemas de armas para acompanhar os EUA e a China.

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