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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Corrida armamentista? EUA criam míssil hipersônico para competir com China e Rússia

Heather Wilson, secretária da Força Aérea dos EUA, disse que os EUA estão mais próximos de desenvolver um míssil hipersônico, com uma velocidade cinco vezes superior à do som.


Sputnik

Durante o discurso no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais na sexta-feira (8), Wilson afirmou que todos os esforços estão sendo feitos para acompanhar as outras nações no desenvolvimento de novos sistemas de mísseis.


F-35A Lightning II disparando míssil AMRAAM na costa da Califórnia durante teste, em 30 de outubro de 2014
Lançamento de míssil AMRAAM por um F-35 Lightning II © US Air Force

A secretária informou que a Força Aérea dos EUA opera atualmente 80 satélites no espaço, além de sugerir que a Rússia também está criando novos sistemas de mísseis depois que o Estado americano anunciou planos de retirada do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).

O embaixador norte-americano Robert Wood, representante permanente dos EUA na Conferência sobre Desarmamento, declarou na quinta-feira (7) em Genebra que talvez Washington possa reconsiderar sua retirada do tratado INF, "se a Rússia retornar ao cumprimento total e verificável" do acordo, adicionando que está é "a última oportunidade de a Rússia retornar à conformidade".

Ainda antes dos EUA terem anunciado a sua saída do tratado, Moscou e Washington se acusavam repetidamente de violar o INF.

Diante da proposta de deixar o tratado ou seguir as regras americanas, dentro de um prazo de seis meses, a Rússia negou ter violado o tratado e anunciou ter começado a desenvolver novos sistemas de armas para acompanhar os EUA e a China.

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