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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Cuba fala sobre tropas americanas no Caribe e suposta ação que mira a Venezuela

Para o governo cubano, EUA preparam aventura militar disfarçada de 'intervenção humanitária' no país.


France Presse

O governo de Cuba, que é um importante aliado do presidente Nicolás Maduro, afirmou na quarta-feira (13) que tropas dos Estados Unidos avançam pelo Caribe para preparar uma "agressão" e "aventura militar" contra a Venezuela, disfarçada de "intervenção humanitária".

Em imagem de arquivo, presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, participa da cerimônia de posse de Nicolás Maduro em Caracas — Foto: Yuri Cortez/AFP
Em imagem de arquivo, presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, participa da cerimônia de posse de Nicolás Maduro em Caracas — Foto: Yuri Cortez/AFP

O ministério das Relações Exteriores de Cuba citou movimentações de forças especiais dos Estados Unidos rumo a "aeroportos de Porto Rico, República Dominicana e outras ilhas do Caribe, sem o conhecimento de seus governos".

"Continua a preparação de uma agressão militar contra a Venezuela sob pretexto humanitário", afirmou no Twitter a chancelaria de Cuba.

A diplomacia cubana afirmou que os deslocamentos aconteceram entre 6 e 10 de fevereiro, em "aviões de transporte militar para o aeroporto Rafael Miranda de Porto Rico, a Base Aérea de San Isidro na República Dominicana e outras ilhas do Caribe estrategicamente localizadas".

Cuba afirma que "meios políticos e da imprensa, inclusive americanos", revelaram que "figuras extremistas" dos Estados Unidos organizam uma "tentativa de golpe de Estado na Venezuela por meio da ilegal autoproclamação de um presiddente".

O líder opositor venezuelano e presidente do Parlamento, Juan Guaidó, é reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 40 países e tem forte apoio do presidente americano, Donald Trump.

Na quarta-feira, Guaidó assumiu o controle político do Citgo, filial da empresa venezuelana PDVSA nos Estados Unidos, em sua estratégia de asfixiar economicamente o governo de Maduro.

Ao mesmo tempo, um carregamento de ajuda humanitária enviado pelos Estados Unidos está desde 7 de fevereiro em um centro de coleta na cidade fronteiriça colombiana de Cúcuta, bloqueado por militares venezuelanos.

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