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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Detalhado discurso britânico sobre envio de destróieres ao Pacífico para 'poder duro'

Hoje mais tarde, o secretário de Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, discursará no grupo de reflexão mais antigo do mundo Royal United Services Institute (RUSI), em Londres, sobre os planos de modernização das Forças Armadas britânicas, escreve o jornal The Independent.


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Sobre a nova estratégia militar britânica nesta segunda-feira (11), o secretário de Defesa Gavin Williamson deverá anunciar que o novo porta-aviões da Marinha Real, o HMS Queen Elizabeth, será enviado às águas disputadas do oceano Pacífico para demonstração de "poder duro".


O porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth em Portsmouth, Reino Unido
Porta-aviões HMS Queen Elizabeth © AP Photo/ Gareth Fulle

Em discurso no RUSI, Williamson também deverá dizer que o Reino Unido e seus aliados ocidentais terão que "estar prontos para mostrar o alto preço de comportamento agressivo" e estar "prontos para fortalecer nossa resiliência".

"A Grã-Bretanha tem sua maior oportunidade em 50 anos de redefinir seu papel com a saída da União Europeia. E com um mundo mudando tão rapidamente, é nossa responsabilidade aproveitar a oportunidade dada pelo Brexit", o secretário de Defesa do Reino Unido destacará, de acordo com o jornal britânico.

Além disso, espera-se que Williamson sustente a política intervencionista do Reino Unido e diga que o custo de não agir em crises globais seja "inaceitavelmente alto", e "falar, mas não agir, põe em risco nossa de ser um pouco mais do que um tigre de papel".

O The Independent escreveu que Williamson também dirá que a Grã-Bretanha "pode ter que intervir" no futuro para confrontar a Rússia e a China, que foram considerados por ele no discurso recém-divulgado como "renascidos" em meio à reconstrução das Forças Armadas do Reino Unido.

Detalhes do discurso da autoridade britânica sucedem o envolvimento de Pequim em disputas com países vizinhos e EUA sobre as reivindicações territoriais no mar do Sul da China, território estratégico e de importância econômica, que inclui rotas marítimas por onde passam uns US$ 3 trilhões por ano.

No dia 11 de dezembro, os destróieres USS Spruance e USS Preble da Marinha dos EUA passaram a 19 km das ilhas Spratly, que são disputadas pela China e diversos outros países do Sudeste Asiático.

A passagem americana visava "desafiar as excessivas reclamações e preservar o acesso às rotas marítimas em conformidade com o direito internacional", como afirmou Clay Doss, porta-voz da 7ª Frota da Marinha dos EUA.

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