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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Editora-chefe do RT reage à decisão do Canadá de barrar credencial da Sputnik à reunião

A editora-chefe da agência Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa em conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira.


Sputnik

A reunião ministerial realizada em Ottawa começou na segunda-feira. Ambas as agências tiveram o credenciamento negado.


Editora-chefe do RT e da Sputnik, Margarita Simonyan no Terceiro Fórum de Mídia China-Rússia, Moscou
Margarita Simonyan © Sputnik / Vitaly Belousov

A editora-chefe da agência de notícias internacional Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa de conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik, ambas parte da Rossiya Segodnya, para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira. Quando convidado pela Sputnik a explicar a decisão, o porta-voz do ministério, Richard Walker, disse que a agência "não foi cordial" com a chanceler canadense Chrystia Freeland no passado.

"Parece que éramos ingênuos em acreditar que as liberdades de imprensa eram um valor consolidado no Canadá, e não um privilégio concedido arbitrariamente apenas àqueles que cordial e inquestionavelmente papagueassem a linha do governo, nunca trazendo fatos e histórias inconvenientes. Lição aprendida — e não apenas por nós, mas por qualquer um que possa ousar fazer perguntas difíceis neste país mais polido: se essa atitude é representativa da abordagem 'democrática' que supostamente garante o futuro seguro, estável e próspero da Venezuela, então que Deus nos ajude", disse Simonyan à Sputnik.

No domingo, a rede de televisão Telesur, sediada na Venezuela, disse que também teve negado o acesso à reunião do Grupo Lima pelo governo canadense, que não forneceu nenhuma explicação para a decisão.

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