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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Editora-chefe do RT reage à decisão do Canadá de barrar credencial da Sputnik à reunião

A editora-chefe da agência Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa em conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira.


Sputnik

A reunião ministerial realizada em Ottawa começou na segunda-feira. Ambas as agências tiveram o credenciamento negado.


Editora-chefe do RT e da Sputnik, Margarita Simonyan no Terceiro Fórum de Mídia China-Rússia, Moscou
Margarita Simonyan © Sputnik / Vitaly Belousov

A editora-chefe da agência de notícias internacional Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa de conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik, ambas parte da Rossiya Segodnya, para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira. Quando convidado pela Sputnik a explicar a decisão, o porta-voz do ministério, Richard Walker, disse que a agência "não foi cordial" com a chanceler canadense Chrystia Freeland no passado.

"Parece que éramos ingênuos em acreditar que as liberdades de imprensa eram um valor consolidado no Canadá, e não um privilégio concedido arbitrariamente apenas àqueles que cordial e inquestionavelmente papagueassem a linha do governo, nunca trazendo fatos e histórias inconvenientes. Lição aprendida — e não apenas por nós, mas por qualquer um que possa ousar fazer perguntas difíceis neste país mais polido: se essa atitude é representativa da abordagem 'democrática' que supostamente garante o futuro seguro, estável e próspero da Venezuela, então que Deus nos ajude", disse Simonyan à Sputnik.

No domingo, a rede de televisão Telesur, sediada na Venezuela, disse que também teve negado o acesso à reunião do Grupo Lima pelo governo canadense, que não forneceu nenhuma explicação para a decisão.

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