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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Em meio a laços agitados com Síria, Erdogan diz ser importante não se afastar de inimigos

Ancara e Damasco romperam relações diplomáticas em 2012 após conflito armado na Síria. Em dezembro do ano passado, o chanceler turco, Mevlut Cavusoglu, afirmou que Ancara só estava em contato com Damasco através de países terceiros, como Rússia e Irã.


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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que Ancara mantém relações com a Síria por meio das agências de inteligência dos dois países, que podem manter ligação mesmo sem os líderes estarem na mesma sintonia.


Presidente turco Erdogan Recep Tayyip Erdogan e presidente sírio Bashar Assad (foto de arquivo)
Recep Tayyip Erdogan e Bahsar Assad © AFP 2018 / IBRAHIM USTA / POOL

"A política externa está sendo conduzida com a Síria a um baixo nível. Mesmo que seja seu inimigo, você não quebrará completamente os laços em caso de precisar deles", disse Erdogan à emissora estatal TRT.

Erdogan tem repetidamente excluído qualquer conversa direta com o presidente sírio, Bashar Assad, tendo o chanceler turco destacado em dezembro do ano passado que Ancara estava em contato com Damasco somente através de países terceiros, incluindo Rússia e Irã.

O governo turco consideram as Unidades de Proteção Popular (YPG) curdas na Síria parte do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que, consequentemente, está na lista de organizações terroristas da Turquia.

Tropas turcas e rebeldes do Exército Livre da Síria apoiados por Ancara realizaram duas operações militares na Síria nos últimos anos, justificando-as pela necessidade de proteger fronteiras com a Síria em meio à ameaça representada pelas forças curdas.

Militares turcos controlam as cidades de Afrin, Jarablus e Al-Bab, no norte da Síria, o que causa indignação de Damasco.

No início de dezembro, o presidente turco anunciou que Ancara estava pronta para lançar uma operação militar contra as milícias curdas — que considera serem grupos terroristas — na margem oriental do Eufrates, bem como na cidade síria de Manbij, localizada perto da fronteira turca, se os Estados Unidos não facilitarem a retirada da milícia da região.

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