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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Erdogan diz que 'só a Turquia poderá controlar zona tampão no norte da Síria'

A Turquia não pode confiar em ninguém para controlar a zona tampão planejada no norte da Síria, porque a região pode representar uma ameaça à segurança nacional do país, disse o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.


Sputnik

"Não podemos confiar o controle sobre a zona, de onde uma ameaça pode ser colocada para nós pelos outros. Nós seremos os únicos a fazê-lo", disse Erdogan ao canal de televisão NTV. Segundo o líder turco, os sírios esperam que Ancara os ajude a resolver a situação no norte do país.


In this photo taken Thursday, Nov. 1, 2018, Turkish and U.S. troops conduct joint patrols around the Syrian town of Manbij, as part of an agreement that aimed to ease tensions between the two NATO allies
Tropas turcas na Síria © AP Photo / Turkish Defence Ministry

"Os sírios têm tanta confiança na Turquia que as tribos locais estão nos incentivando a tomar medidas na cidade de Manbij [no norte da Síria]", disse Edogan.

Os planos para criar uma zona tampão de 30 quilômetros no norte da Síria foram anunciados pelo líder turco em janeiro, após sua conversa telefônica com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ancara insiste que a futura zona de segurança deve ser controlada pelos militares turcos.

Ancara afirma que a milícia curda que opera no norte da Síria representa uma ameaça à segurança da Turquia. Em janeiro de 2018, a Turquia lançou uma operação militar na cidade de Afrin, no noroeste da Síria, contra as Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG), afiliadas ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão listado como uma organização terrorista por Ancara.

Em dezembro passado, Erdogan anunciou que Ancara estava pronta para lançar nova ofensiva contra a milícia curda, na então Manbij, controlado pelos curdos. No entanto, o líder turco disse que a operação havia sido adiada após sua conversa telefônica com Trump, que anunciou a retirada da Tropas dos EUA da Síria após a chamada.
Damasco se opõe categoricamente à presença do exército turco ou dos EUA em territórios sírios a leste do rio Eufrates.

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