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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Espanha descarta apelo dos EUA sobre mais pessoal da OTAN na Síria

Dois meses atrás, o presidente norte-americano Donald Trump tomou de surpresa a decisão de retirar as tropas dos EUA da Síria, declarando a vitória sobre o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em muitos outros países). Porém, os aliados de Washington parecem discordar de tal decisão.


Sputnik

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, Josep Borrell, descartou, durante um briefing em Munique, o apelo dos EUA aos países-membros da OTAN para preencherem o vazio deixado pela sua saída iminente da Síria.


Soldados da OTAN (foto de arquivo)
Militares da OTAN © AP Photo / Mindaugas Kulbis

"Os pedidos entre países não são feitos em comunicados de imprensa ou comentários em conferências. A Espanha e a maioria dos países não estão dispostos a ocupar o lugar dos EUA após uma retirada que foi decidida de surpresa e de forma unilateral", declarou Borrell.

Essa declaração foi feita logo após o comentário do vice-presidente dos EUA, Mike Pence, à margem da Conferência de Segurança de Munique, abordado a decisão unilateral dos EUA.

Falando na Conferência de Segurança de Munique, Mike Pence apelou aos países da OTAN e outros aliados para "fornecerem os recursos, apoio e pessoal" necessários de maneira a prevenir o ressurgimento do Daesh após a saída das tropas americanas da Síria, informou a agência Bloomberg.

"É uma mudança de tática, mas não é uma mudança de missão. Os Estados Unidos manterão uma forte presença na região. Nós reconhecemos que não será simples reivindicar o território do califado. Nesta nova fase, os EUA continuarão a trabalhar com todos nossos aliados para perseguir o que resta do Daesh", declarou Pence em seguida.

Em paralelo, o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu aos países europeus, particularmente, ao Reino Unido, à França e Alemanha, para autorizarem o regresso de mais de 800 combatentes do Daesh, seus cidadãos, capturados pelos EUA na Síria, e levá-los a julgamento.

No final de 2018, Donald Trump anunciou a vitória sobre o Daesh na Síria e subsequente retirada das tropas americanas do país árabe. No entanto, a luta contra militantes em algumas partes da Síria ainda está em andamento. A coalizão internacional liderada pelos EUA atua desde 2014 no Iraque e na Síria com o alegado objetivo de derrotar o grupo terrorista Daesh.

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