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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Especialista: EUA podem deixar na Síria forças treinadas para controle de jazidas

Os Estados Unidos não sairão da Síria até 1º de abril, mas poderão mover tropas, substituindo-as por unidades de empresas militares privadas para controle de jazidas minerais, disse Aleksei Podberezkin, diretor do Centro de Estudos Político-Militares do Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscou (MGIMO).


Sputnik

Como anteriormente disse à Sputnik o conselheiro do primeiro-ministro do Iraque, Abdulkarim Hashim Mostafa, Washington garantiu a Bagdá que os EUA retirariam suas tropas da Síria pelo território iraquiano até 1º de abril, assim que a operação no Eufrates Oriental e Banguze fosse concluída.


Soldados norte-americanos na Síria (foto de arquivo)
Militares dos EUA na Síria © AFP 2018 / Delil Souleiman

"É irreal, os americanos não vão sair por completo. No fim das contas, eles deixarão no seu lugar unidades treinadas de empresas militares privadas. Os norte-americanos flexibilizarão sua política, orientando-se no nordeste da Síria, onde há hidrocarbonetos", disse Podberezkin.

De acordo com o analista, a única saída de tropas norte-americanas da Síria possível é aquela que finge que sai. "Como no Afeganistão, eles não vão retirar todas as tropas", concluiu o especialista.

Desde 2014, os Estados Unidos e seus aliados realizam operação contra o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia) na Síria e no Iraque, operando na Síria sem permissão do governo oficial do país. Em dezembro do ano passado, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a retirada das tropas da Síria sem especificar os prazos para esta retirada.

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