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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Especialistas da ONU dizem que programa nuclear norte-coreano continua

Pyongyang usa aeroportos e outras instalações para proteger suas armas contra possíveis ataques, segundo relatório. Documento diz ainda que país adquiriu remessas ilegais de produtos petrolíferos e vendeu carvão, apesar da proibição imposta pela ONU, e violou um embargo de armas.


France Presse

Os programas de armas nucleares e mísseis balísticos da Coreia do Norte permanecem intactos, e Pyongyang usa aeroportos e outras instalações para proteger suas armas contra possíveis ataques, disse um painel da ONU em relatório enviado ao Conselho de Segurança nesta terça-feira (5).

KCNA divulgou imagem do que ela diz ser o míssil balístico intercontinental Hwasong-14 de um local não identificado na Coreia do Norte, em julho de 2017 — Foto: Korean Central News Agency via AP
KCNA divulgou imagem do que ela diz ser o míssil balístico intercontinental Hwasong-14 de um local não identificado na Coreia do Norte, em julho de 2017 — Foto: Korean Central News Agency via AP

As sanções contra o país asiático foram "ineficazes", segundo os autores do documento ao qual a AFP teve acesso. O regime de Kim Jong Un adquiriu remessas ilegais de produtos petrolíferos, vendeu carvão, apesar da proibição imposta pela ONU, e violou um embargo de armas.

"O programa nuclear e de mísseis balísticos da República Popular Democrática da Coreia continua intacto", informou o relatório.

"O painel descobriu que a Coreia do Norte está usando instalações civis, incluindo aeroportos para montar mísseis balísticos e testá-los com o objetivo de efetivamente evitar atentados à 'decapitação'".

O Conselho de Segurança da ONU recebe esse relatório enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se prepara para participar de uma segunda cúpula com Kim Jong-un este mês, na esperança de fazer progressos na desnuclearização da Coreia do Norte.

O governo dos EUA promoveu severas sanções econômicas contra a Coreia do Norte na ONU, em retaliação por seus testes nucleares e vários lançamentos de mísseis balísticos em 2017.

Mas o país realizou trocas ilegais de petróleo, gasolina e carvão usando uma rede de navios para contornar as sanções com as quais eles tentaram privá-lo da renda necessária para continuar com seus programas de armas.

"Essas violações tornam ineficaz as últimas sanções das Nações Unidas", disse o relatório.

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