Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

EUA não vão instalar armamentos nucleares na Europa, diz subsecretário de Defesa

Os Estados Unidos não têm planos de instalar mísseis ou sistemas nucleares armados na Europa após a saída do Tratado das Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF), afirmou em um fórum o subsecretário de Defesa dos EUA, David Trachtenberg.


Sputnik

No início do dia, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos suspenderão suas obrigações sob o Tratado INF neste sábado e iniciarão o processo de retirada dentro de seis meses.


Maquete de míssil nuclear Minuteman III usado para treinamento de equipes de manutenção de mísseis é visto na base da Força Aérea F. E. Warren, Wyo. ( foto de arquivo)
© AP Photo / Robert Burns

"Não há planos para avançar e implantar mísseis na Europa ou sistemas nucleares armados na Europa", informou Trachtenberg nesta sexta-feira.

A situação atual, ele acrescentou, não se parece em nada com as circunstâncias que levaram ao Tratado INF nos anos 80.

O Ministério de Relações Exteriores da Rússia afirmou, em comunicado, que os Estados Unidos saíram do Tratado INF porque querem impor ao mundo um conjunto de regras que satisfaz as necessidades oportunistas da política externa de Washington.

O ministério russo também disse que Moscou consistentemente, contínua e incondicionalmente cumpre seus compromissos no campo do controle de armas, desarmamento e não-proliferação.

O Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e União Soviética em 1987, proíbe todos os mísseis balísticos lançados no solo, com intervalos entre 310 e 3.400 milhas.

Os Estados Unidos afirmaram repetidamente que o alcance do míssil 9M729 da Rússia viola os limites do tratado, alegações que Moscou negou citando falta de provas. A Rússia reclamou que os sistemas de defesa dos EUA na Europa estão equipados com lançadores capazes de disparar mísseis de cruzeiro em faixas intermediárias.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas