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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Ex-diplomata venezuelano defende 'suporte militar' de EUA, Brasil, Colômbia contra Maduro

O ex-diplomata venezuelano Isaias Medina que rompeu com o presidente Nicolás Maduro em julho de 2017, disse que apoia fortemente a coragem do líder da oposição, Juan Guaidó, e quer que o governo Trump mantenha a opção militar na mesa.


Sputnik

Medina afirmou em coletiva de imprensa na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York: "Acho que precisamos da força dos EUA, Brasil, Colômbia".


Militares das Forças Armadas da Venezuela
Tropas venezuelanas © REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

Ele disse que a Venezuela está passando agora pela pior situação de qualquer país da América Latina, com milhares de mortos e famintos devido à falta de alimentos e remédios.

"O principal objetivo aqui é trazer assistência humanitária — e se isso precisar ser feito por meio de suporte militar, que seja", afirmou. "Não é uma intervenção militar — é uma intervenção humanitária internacional", acrescentou Medina, observando que seu avô foi presidente da Venezuela durante a Segunda Guerra Mundial e se opôs aos nazistas.

"Não estou apenas dizendo que Maduro é uma ameaça à manutenção da paz na região", afirmou. "Ele é um perigo claro e presente e um risco para a segurança nacional dos Estados Unidos. Trata-se de um regime muito antiocidental, antidemocrático e antiamericano".

Medina trabalhou como consultor jurídico na missão da Venezuela na ONU antes de deixar o cargo em 2017.

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