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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Ex-diplomata venezuelano defende 'suporte militar' de EUA, Brasil, Colômbia contra Maduro

O ex-diplomata venezuelano Isaias Medina que rompeu com o presidente Nicolás Maduro em julho de 2017, disse que apoia fortemente a coragem do líder da oposição, Juan Guaidó, e quer que o governo Trump mantenha a opção militar na mesa.


Sputnik

Medina afirmou em coletiva de imprensa na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York: "Acho que precisamos da força dos EUA, Brasil, Colômbia".


Militares das Forças Armadas da Venezuela
Tropas venezuelanas © REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

Ele disse que a Venezuela está passando agora pela pior situação de qualquer país da América Latina, com milhares de mortos e famintos devido à falta de alimentos e remédios.

"O principal objetivo aqui é trazer assistência humanitária — e se isso precisar ser feito por meio de suporte militar, que seja", afirmou. "Não é uma intervenção militar — é uma intervenção humanitária internacional", acrescentou Medina, observando que seu avô foi presidente da Venezuela durante a Segunda Guerra Mundial e se opôs aos nazistas.

"Não estou apenas dizendo que Maduro é uma ameaça à manutenção da paz na região", afirmou. "Ele é um perigo claro e presente e um risco para a segurança nacional dos Estados Unidos. Trata-se de um regime muito antiocidental, antidemocrático e antiamericano".

Medina trabalhou como consultor jurídico na missão da Venezuela na ONU antes de deixar o cargo em 2017.

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