Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ex-diplomata venezuelano defende 'suporte militar' de EUA, Brasil, Colômbia contra Maduro

O ex-diplomata venezuelano Isaias Medina que rompeu com o presidente Nicolás Maduro em julho de 2017, disse que apoia fortemente a coragem do líder da oposição, Juan Guaidó, e quer que o governo Trump mantenha a opção militar na mesa.


Sputnik

Medina afirmou em coletiva de imprensa na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York: "Acho que precisamos da força dos EUA, Brasil, Colômbia".


Militares das Forças Armadas da Venezuela
Tropas venezuelanas © REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

Ele disse que a Venezuela está passando agora pela pior situação de qualquer país da América Latina, com milhares de mortos e famintos devido à falta de alimentos e remédios.

"O principal objetivo aqui é trazer assistência humanitária — e se isso precisar ser feito por meio de suporte militar, que seja", afirmou. "Não é uma intervenção militar — é uma intervenção humanitária internacional", acrescentou Medina, observando que seu avô foi presidente da Venezuela durante a Segunda Guerra Mundial e se opôs aos nazistas.

"Não estou apenas dizendo que Maduro é uma ameaça à manutenção da paz na região", afirmou. "Ele é um perigo claro e presente e um risco para a segurança nacional dos Estados Unidos. Trata-se de um regime muito antiocidental, antidemocrático e antiamericano".

Medina trabalhou como consultor jurídico na missão da Venezuela na ONU antes de deixar o cargo em 2017.

Comentários

Postagens mais visitadas