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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Ex-general da OTAN acusa EUA de traição à Europa

O ex-chefe do comitê militar da OTAN, general aposentado das Forças Armadas da Alemanha, Harald Kujat, em entrevista a Bayerischer Rundfunk criticou fortemente os EUA pela saída do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).


Sputnik

De acordo com ele, a medida tomada pelo os EUA significa que Washington renuncia seus compromissos perante aos seus aliados na Europa.


Tropas norte-americanas passam na Alemanha (foto de arquivo)
Tropas norte-americanas na Alemanha © AP Photo / Ingo Wagner

"É uma traição à segurança dos aliados europeus", afirmou.

Kujat acrescentou também que as consequências do término deste tratado seriam muito complicadas para todos os lados envolvidos.

"Tudo o que seguirá à anulação do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário é pior do que temos no momento", frisou o militar.

Além disso, Kujat disse esperar que a Rússia e os EUA sejam capazes de preservar o tratado, para o qual, em sua opinião, é necessário reviver a realização das inspeções mútuas, que cessaram em 2001.

Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que no dia 2 de fevereiro Washington começaria o processo de saída do Tratado INF com a Rússia.

Por sua vez, o presidente russo Vladimir Putin afirmou que Moscou responderia de forma recíproca à decisão dos EUA de sair do tratado, e que também suspenderia sua participação no acordo.

O chefe de Estado russo também apontou que a Rússia não deveria, e não iria se envolver, em uma corrida armamentista dispendiosa. Ademais, Putin adicionou que todas as propostas da Rússia sobre o desarmamento "continuam sobre a mesa e as portas estão abertas", mas exigiu que não se iniciassem mais negociações sobre o tratado.

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