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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Exército israelense mata 2 palestinos com disparos em protestos em Gaza

O exército israelense efetuou disparos nesta sexta-feira contra palestinos que realizavam mais um protesto semanal junto à fronteira com Israel e matou dois deles, incluindo um adolescente de 14 anos, informou o Ministério de Saúde do território palestino.


EFE

Cidade de Gaza - O menor foi identificado como Hassan Shalabi, e o segundo morto, de 18 anos, como Hamza Ishteiwi, segundo o porta-voz do ministério, Ashraf al Qaedra, que informou que outras dez pessoas foram hospitalizadas por ferimentos provocados por arma de fogo.


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Reprodução

Centenas de palestinos da Faixa de Gaza comparecerem à conhecida como Grande Marcha do Retorno pela 46ª semana consecutiva e testemunhas contaram à Agência Efe que grupos de manifestantes atiraram pedras contra os soldados posicionados na fronteira e agitaram bandeiras palestinas.

A tensão aumentou na Faixa com o início dessas manifestações em março do ano passado e, desde então, ocorreram sete picos de violência, com lançamento de projéteis de Gaza e bombardeios israelenses de represália, contidos por frágeis tréguas.

Os protestos desta sexta-feira aconteceram quando duas delegações de alto nível, dos movimentos islamitas Hamas e Jihad Islâmica, estavam no Cairo para se reunir com funcionários do alto escalão do Egito para reforçar o acordo de calma que mantêm com Israel desde a última escalada em novembro.

Desde o início da mobilização - que pede o fim do bloqueio israelense e o retorno dos refugiados - mais de 250 palestinos morreram por disparos das forças israelenses, segundo o Ministério de Saúde palestino, além de um soldado israelense junto à fronteira e outro em uma operação encoberta do exército dentro do território.

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