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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Exército israelense mata 2 palestinos com disparos em protestos em Gaza

O exército israelense efetuou disparos nesta sexta-feira contra palestinos que realizavam mais um protesto semanal junto à fronteira com Israel e matou dois deles, incluindo um adolescente de 14 anos, informou o Ministério de Saúde do território palestino.


EFE

Cidade de Gaza - O menor foi identificado como Hassan Shalabi, e o segundo morto, de 18 anos, como Hamza Ishteiwi, segundo o porta-voz do ministério, Ashraf al Qaedra, que informou que outras dez pessoas foram hospitalizadas por ferimentos provocados por arma de fogo.


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Reprodução

Centenas de palestinos da Faixa de Gaza comparecerem à conhecida como Grande Marcha do Retorno pela 46ª semana consecutiva e testemunhas contaram à Agência Efe que grupos de manifestantes atiraram pedras contra os soldados posicionados na fronteira e agitaram bandeiras palestinas.

A tensão aumentou na Faixa com o início dessas manifestações em março do ano passado e, desde então, ocorreram sete picos de violência, com lançamento de projéteis de Gaza e bombardeios israelenses de represália, contidos por frágeis tréguas.

Os protestos desta sexta-feira aconteceram quando duas delegações de alto nível, dos movimentos islamitas Hamas e Jihad Islâmica, estavam no Cairo para se reunir com funcionários do alto escalão do Egito para reforçar o acordo de calma que mantêm com Israel desde a última escalada em novembro.

Desde o início da mobilização - que pede o fim do bloqueio israelense e o retorno dos refugiados - mais de 250 palestinos morreram por disparos das forças israelenses, segundo o Ministério de Saúde palestino, além de um soldado israelense junto à fronteira e outro em uma operação encoberta do exército dentro do território.

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