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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Exército israelense mata 2 palestinos com disparos em protestos em Gaza

O exército israelense efetuou disparos nesta sexta-feira contra palestinos que realizavam mais um protesto semanal junto à fronteira com Israel e matou dois deles, incluindo um adolescente de 14 anos, informou o Ministério de Saúde do território palestino.


EFE

Cidade de Gaza - O menor foi identificado como Hassan Shalabi, e o segundo morto, de 18 anos, como Hamza Ishteiwi, segundo o porta-voz do ministério, Ashraf al Qaedra, que informou que outras dez pessoas foram hospitalizadas por ferimentos provocados por arma de fogo.


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Reprodução

Centenas de palestinos da Faixa de Gaza comparecerem à conhecida como Grande Marcha do Retorno pela 46ª semana consecutiva e testemunhas contaram à Agência Efe que grupos de manifestantes atiraram pedras contra os soldados posicionados na fronteira e agitaram bandeiras palestinas.

A tensão aumentou na Faixa com o início dessas manifestações em março do ano passado e, desde então, ocorreram sete picos de violência, com lançamento de projéteis de Gaza e bombardeios israelenses de represália, contidos por frágeis tréguas.

Os protestos desta sexta-feira aconteceram quando duas delegações de alto nível, dos movimentos islamitas Hamas e Jihad Islâmica, estavam no Cairo para se reunir com funcionários do alto escalão do Egito para reforçar o acordo de calma que mantêm com Israel desde a última escalada em novembro.

Desde o início da mobilização - que pede o fim do bloqueio israelense e o retorno dos refugiados - mais de 250 palestinos morreram por disparos das forças israelenses, segundo o Ministério de Saúde palestino, além de um soldado israelense junto à fronteira e outro em uma operação encoberta do exército dentro do território.

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