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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Exército venezuelano deve apoiar Guaidó para acabar com a violência, diz Duque

Os militares venezuelanos devem apoiar o líder oposicionista e autoproclamado presidente interino Juan Guaidó para acabar com a perseguição política na Venezuela, disse o presidente colombiano Iván Duque em reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA).


Sputnik

"Temos que convidar claramente os membros das forças militares da Venezuela a apoiar a Assembleia Nacional e o presidente Guaidó, dando-lhes as garantias para que o povo venezuelano possa falar francamente, a fim de logo acabar com essa terrível fase de violência e perseguição política", disse Duque.


Iván Duque.
Iván Duque © REUTERS / Arnd Wiegmann

Duque destacou a necessidade de um grupo diplomático que promova a validade da Assembleia Nacional para proteger o povo venezuelano.

Na quinta-feira, Duque anunciou que o Grupo de Lima realizará uma reunião na próxima semana em Bogotá para discutir a situação na Venezuela.

O Grupo de Lima foi criado em 2017 e visa acabar com a crise na Venezuela. O grupo inclui Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guiana, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru.

Em 4 de fevereiro, o Grupo de Lima se reuniu em Ottawa, Canadá, onde reconheceu Guaidó como presidente interino da Venezuela e o aceitou como membro do bloco.

Guaidó proclamou-se presidente interino em 23 de janeiro, depois que a Assembleia Nacional, controlada pela oposição, proclamou que o atual presidente venezuelano Nicolás Maduro usurpou o poder.

Maduro chamou Guaidó de fantoche dos Estados Unidos e informou Washington de sua decisão de romper relações diplomáticas. No entanto, os Estados Unidos se recusaram a retirar seu pessoal diplomático da Venezuela.

Os militares venezuelanos reiteraram sua lealdade ao presidente Maduro, apesar dos apelos da oposição para mudar de lado.

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