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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

França quer desenvolver seu próprio 'Avangard' hipersônico, segundo mídia

Em cinco anos, a França planeja desenvolver seu próprio armamento hipersônico, de acordo com a revista norte-americana The National Interest.


Sputnik

Segundo a edição, o país já tinha lançado o projeto nomeado Experimental Maneuvering Vehicle (Veículo Experimental Manobrável) ou V-Max, que visa criar até 2021 um planador hipersônico capaz de atingir 6.000 km/hora.


A velocidade máxima do míssil Avangard, dotado de um corpo de titânio resistente às altas temperaturas, supera 20 vezes a velocidade do som
Lançamento do míssil russo Avangard © Sputnik / Ministério da Defesa da Federação da Rússia

The National Interest adiciona que o projeto também compreenderá a criação de uma arma nuclear estratégica e será desenvolvido pela empresa ArianeGroup, formada pelas Airbus e Safran. O míssil de cruzeiro hipersônico do sistema ar-ar ASN4G será a base para a nova arma. Prevê-se que o primeiro voo de testes do V-Max ocorra no final de 2021.

A alta velocidade dos mísseis hipersônicos pode proporcionar à França uma vantagem sobre os sensores antimísseis e os interceptadores projetados contra mísseis mais antigos e mais lentos. E, ao contrário dos mísseis balísticos, cujas ogivas seguem uma trajetória previsível e interceptável, os planadores hipersônicos podem manobrar na atmosfera como aviões ultrarrápidos.

Entretanto, a edição aponta que, apesar de o país possuir avançados desenvolvimentos tecnológicos, além de ter uma indústria aeroespacial moderna, o prazo de cinco anos é curto demais.

A revista frisa também que a França pode ser a primeira nação europeia a desenvolver seu próprio armamento hipersônico e entrar no assim chamado "clube hipersônico", que já inclui a Rússia, os EUA e a China, enquanto o sistema mais avançado desse tipo é o Avangard russo, considerado como invulnerável para a defesa antiaérea dos EUA.

Em dezembro de 2018, o Ministério da Defesa russo, por ordem do presidente russo, Vladimir Putin, efetuou um voo de testes do míssil Avangard, que acabou bem-sucedido ao atingir o alvo aproximadamente a 6.000 km da área de lançamento.

Assim, o programa de testes de voo do Avangard já foi cumprido, possibilitando que neste ano o sistema entre em serviço das Forças Armadas russas.

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