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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

França quer desenvolver seu próprio 'Avangard' hipersônico, segundo mídia

Em cinco anos, a França planeja desenvolver seu próprio armamento hipersônico, de acordo com a revista norte-americana The National Interest.


Sputnik

Segundo a edição, o país já tinha lançado o projeto nomeado Experimental Maneuvering Vehicle (Veículo Experimental Manobrável) ou V-Max, que visa criar até 2021 um planador hipersônico capaz de atingir 6.000 km/hora.


A velocidade máxima do míssil Avangard, dotado de um corpo de titânio resistente às altas temperaturas, supera 20 vezes a velocidade do som
Lançamento do míssil russo Avangard © Sputnik / Ministério da Defesa da Federação da Rússia

The National Interest adiciona que o projeto também compreenderá a criação de uma arma nuclear estratégica e será desenvolvido pela empresa ArianeGroup, formada pelas Airbus e Safran. O míssil de cruzeiro hipersônico do sistema ar-ar ASN4G será a base para a nova arma. Prevê-se que o primeiro voo de testes do V-Max ocorra no final de 2021.

A alta velocidade dos mísseis hipersônicos pode proporcionar à França uma vantagem sobre os sensores antimísseis e os interceptadores projetados contra mísseis mais antigos e mais lentos. E, ao contrário dos mísseis balísticos, cujas ogivas seguem uma trajetória previsível e interceptável, os planadores hipersônicos podem manobrar na atmosfera como aviões ultrarrápidos.

Entretanto, a edição aponta que, apesar de o país possuir avançados desenvolvimentos tecnológicos, além de ter uma indústria aeroespacial moderna, o prazo de cinco anos é curto demais.

A revista frisa também que a França pode ser a primeira nação europeia a desenvolver seu próprio armamento hipersônico e entrar no assim chamado "clube hipersônico", que já inclui a Rússia, os EUA e a China, enquanto o sistema mais avançado desse tipo é o Avangard russo, considerado como invulnerável para a defesa antiaérea dos EUA.

Em dezembro de 2018, o Ministério da Defesa russo, por ordem do presidente russo, Vladimir Putin, efetuou um voo de testes do míssil Avangard, que acabou bem-sucedido ao atingir o alvo aproximadamente a 6.000 km da área de lançamento.

Assim, o programa de testes de voo do Avangard já foi cumprido, possibilitando que neste ano o sistema entre em serviço das Forças Armadas russas.

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