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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Funcionário turco diz que relatora da ONU suspeita de príncipe em caso Khashoggi

Yassin Aktay, um alto funcionário do governante partido turco AKP, afirmou nesta sexta-feira que a relatora da ONU que investiga o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi também considera como principal suspeito o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman.


EFE

Ancara - "Como para todo mundo, Mohammed bin Salman é o suspeito número um", disse Aktay ao ser questionado se Agnes Callamard, a relatora sobre execuções extrajudiciais da ONU que investiga o assassinato, tem um suspeito, informou a emissora "CNNTürk".


Foto de arquivo do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman. EFE/Ballesteros
Foto de arquivo do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman. EFE/Ballesteros

Aktay fez estas declarações depois de se reunir hoje em Ancara com Callamard, dentro da série de reuniões que a especialista da ONU está realizando na Turquia.

Aktay, que é assessor do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, indicou que Callamard escutará as gravações feitas no consulado saudita em Istambul, onde o jornalista foi assassinado em 2 de outubro.

Callamard declarou ontem aos veículos de imprensa que estava decepcionada por não ter recebido toda a informação que solicitou e acredita que as autoridades "cumpram com suas promessas" e facilitem dados sobre a investigação policial, cita a emissora "NTV".

Quanto ao mais, afirmou estar satisfeita com o curso da investigação até agora.

A investigadora chegou na segunda-feira a Ancara, onde se reuniu com vários membros do Governo turco e na terça-feira se deslocou a Istambul, mas não pôde entrar no consulado saudita onde aconteceu o crime.

Desde que chegou à Turquia, a relatora da ONU e sua equipe se reuniram com os ministros turcos de Justiça e das Relações Exteriores, com o promotor que cuida do caso, com jornalistas, com membros de ONG e com a noiva de Khashoggi.

Em declarações ao jornal turco "Hürriyet Daily News", a relatora explicou nesta semana que tinha lançado esta investigação por iniciativa própria e que atualmente não há sinais de que a ONU ou os Estados-membros demandem de forma oficial uma investigação.

Também afirmou que os membros da ONU debaterão de alguma maneira as conclusões da sua investigação, mas esclareceu que não sabe se usarão suas recomendações para realizar algum tipo de ação.

Tudo dependerá, disse, de vários fatores entre eles a vontade dos países de levar o tema para frente.

A relatora deve deixar a Turquia no domingo.

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