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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Guaidó dá 8 dias às Forças Armadas venezuelanas para 'passar para ao lado da Constituição'

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino do país, apelou para que o exército abra oportunidades para mudanças no país e deu aos militares um prazo de oito dias para fazê-lo.


Sputnik

"O dia 23 de fevereiro está se aproximando, senhores das Forças Armadas. É uma data muito importante para a sociedade venezuelana não apenas porque temos a possibilidade de parar a situação de emergência, que hoje em dia mata diretamente e indiretamente, mas que também se abram as portas à mudança na Venezuela", afirmou.


Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela
Juan Guaidó © REUTERS / Manaure Quintero

"Têm a possibilidade, oito dias, para passar para o lado da Constituição", acrescentou Guaidó no decorrer do fórum Indústria Petroleira Nacional: Estratégia e Perspectivas.

Anteriormente, Juan Guaidó afirmou que em 23 de fevereiro se iniciariam as entregas da ajuda humanitária para a Venezuela, que no momento está sendo concentrada na Colômbia e no Brasil, e que o governo de Nicolás Maduro recusa categoricamente deixar entrar no país.

Segundo o líder da oposição venezuelana, para combater a pobreza é preciso acabar com a usurpação de poder que, de acordo com ele, existe na Venezuela por parte de Maduro.

"Hoje em dia a ação da Constituição foi capturada por um pequeno grupo de pessoas […] O fim de usurpação é o fim da pobreza, da miséria, da corrupção […] Para que nunca mais a PDVSA seja usada para controlar os cidadãos. Eles [as autoridades] criaram a corrupção, miséria, fome, ditadura", afirmou Guaidó.

Depois de se autoproclamar como chefe de Estado interino, Juan Guaidó foi apoiado pelo governo dos Estados Unidos e também pelo Brasil, Argentina e Colômbia, entre outros países. Já Maduro, reeleito em 2018, é considerado o presidente legítimo da Venezuela por tais países como a Rússia, Turquia, México, Uruguai e China.

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