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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Guaidó dá 8 dias às Forças Armadas venezuelanas para 'passar para ao lado da Constituição'

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino do país, apelou para que o exército abra oportunidades para mudanças no país e deu aos militares um prazo de oito dias para fazê-lo.


Sputnik

"O dia 23 de fevereiro está se aproximando, senhores das Forças Armadas. É uma data muito importante para a sociedade venezuelana não apenas porque temos a possibilidade de parar a situação de emergência, que hoje em dia mata diretamente e indiretamente, mas que também se abram as portas à mudança na Venezuela", afirmou.


Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela
Juan Guaidó © REUTERS / Manaure Quintero

"Têm a possibilidade, oito dias, para passar para o lado da Constituição", acrescentou Guaidó no decorrer do fórum Indústria Petroleira Nacional: Estratégia e Perspectivas.

Anteriormente, Juan Guaidó afirmou que em 23 de fevereiro se iniciariam as entregas da ajuda humanitária para a Venezuela, que no momento está sendo concentrada na Colômbia e no Brasil, e que o governo de Nicolás Maduro recusa categoricamente deixar entrar no país.

Segundo o líder da oposição venezuelana, para combater a pobreza é preciso acabar com a usurpação de poder que, de acordo com ele, existe na Venezuela por parte de Maduro.

"Hoje em dia a ação da Constituição foi capturada por um pequeno grupo de pessoas […] O fim de usurpação é o fim da pobreza, da miséria, da corrupção […] Para que nunca mais a PDVSA seja usada para controlar os cidadãos. Eles [as autoridades] criaram a corrupção, miséria, fome, ditadura", afirmou Guaidó.

Depois de se autoproclamar como chefe de Estado interino, Juan Guaidó foi apoiado pelo governo dos Estados Unidos e também pelo Brasil, Argentina e Colômbia, entre outros países. Já Maduro, reeleito em 2018, é considerado o presidente legítimo da Venezuela por tais países como a Rússia, Turquia, México, Uruguai e China.

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