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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Guaidó pede que militares permitam entrada de ajuda humanitária na Venezuela

O chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino do país há duas semanas, voltou nesta sexta-feira que aos militares venezuelanos que permitam a entrada de ajuda humanitária que começou a chegar na Colômbia para amenizar a crise dos últimos anos.


EFE

Caracas - "Aos nossos irmãos das Forças Armadas, dizemos: sabemos que os senhores também são vítimas desta emergência, está na mão de vocês permitir que suas famílias recebam ajuda humanitária", disse Guaidó em um vídeo divulgado pelo Twitter.


EFE/ Miguel Gutiérrez
Juan Guaidó | EFE/ Miguel Gutiérrez

"Esperamos que a entrada não seja impedida por cúmplices do usurpador", acrescentou Guaidó, citando de forma indireta o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Vários caminhões com ajuda humanitária chegaram ontem à cidade colombiana de Cúcuta, que faz fronteira com o estado venezuelano de Táchira. Guaidó chamou o apoio de "histórico" e afirmou que os produtos serão entregues às pessoas em situação mais vulnerável.

Além disso, o autoproclamado presidente interino agradeceu o apoio das democracias do mundo que colaboraram com a ajuda e destacou o apoio da Colômbia, dos Estados Unidos e dos países da coalizão "Liberdade da Venezuela".

"Essa ajuda não será e nem pode ser isolada. Entrará no nosso país de forma constante através do que chamados de 'corredor humanitário'", disse Guaidó, sem esclarecer como isso será feito.

A oposição, que não reconhece a legitimidade do novo mandato de Maduro, que tomou posse no último dia 10 de janeiro, afirma que a Venezuela sofre com uma crise humanitária e pediu ajuda à comunidade internacional para lidar com a situação.

Mas Maduro nega a existência da crise e alega que a entrada da ajuda humanitária poderia abrir caminho para uma intervenção armada para tirar o chavismo do poder.

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