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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Guaidó promete que mudança de governo venezuelano será vantajosa para Rússia e China

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino bolivariano, em entrevista à Reuters, afirmou que a mudança de governo vai ser vantajosa para os principais parceiros comerciais – Moscou e Pequim.


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Segundo Guaidó, o presidente Nicolás Maduro "não protege os interesses da Venezuela" nem o investimento estrangeiro, sendo, assim, um péssimo sócio. Além disso, o presidente do Parlamento venezuelano notou já ter tentado contato com Rússia e China.


Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela
Juan Guaidó © REUTERS / Manaure Quintero

"O que é mais aquedado para Rússia e China é a estabilidade do país e a mudança de governo", disse o presidente do Parlamento venezuelano. O líder da oposição venezuelana prometeu que, em caso de vitória, não se esquecerá dos compromissos assumidos por Maduro, tais como empréstimos. Além disso, Guaidó notou já ter tentado contato com Rússia e China.

Mas a Rússia não teve e não planeja ter nenhum contato e não reconhece o status presidencial do oposicionista, destacando que Nicolás Maduro é o presidente que foi eleito pelo povo e que o presidente de um país não pode ser determinado por outros países.

A China também se opõe à interferência estrangeira nos assuntos da Venezuela. Pequim apoia o governo de Nicolás Maduro para manter a soberania nacional e a estabilidade e reconhece Maduro como o legítimo presidente da Venezuela, apesar de toda a pressão sofrida por ele.

No dia 31 de janeiro, o Parlamento Europeu solicitou à chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, e aos governos dos países-membros, que se juntem ao reconhecimento do líder da oposição.

Em 23 de janeiro, o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país durante protestos antigovernamentais nas ruas de Caracas.

Não só os EUA e a União Europeia apoiam Guaidó, mas também uma série de países da América Latina, inclusive o Brasil, manifestaram apoio a Guaidó e à oposição venezuelana. Ao lado de Nicolás Maduro estão diversos países, dentre eles a Rússia e a China.

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