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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Guterres: ONU quer trazer oposição e governo venezuelanos para 'sérias negociações'

A Organização das Nações Unidas está disposta a reunir o presidente venezuelano Nicolás Maduro e o líder da oposição, Juan Guaidó para "negociações sérias", disse o secretário-geral da ONU, Antônio Guterres durante uma coletiva de imprensa realizada às margens da 32ª Cúpula da União Africana em 10 de fevereiro.


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"Consideramos que as Nações Unidas e eu, oferecemos nossos bons ofícios a ambas as partes a pedido de negociação, uma séria negociação capaz de tirar o país do atual impasse", disse Guterres em referência à crise de liderança da Venezuela.


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Secretário-geral da ONU, Antônio Guterres | Reprodução

A declaração vem depois que Juan Guaidó, chefe da Assembleia Nacional liderada pela oposição venezuelana, que vem desafiando a presidência de Maduro, acolheu a ajuda humanitária do exterior. A oposição venezuelana anunciou seus planos de realizar uma conferência internacional para atrair ajuda humanitária à Venezuela em Washington em 14 de fevereiro.

Por sua vez, o governo venezuelano afirmou que o país não experimenta uma crise humanitária, com o presidente Nicolás Maduro, que culpa Washington por organizar um golpe de Estado na Venezuela, tendo classificado a assistência dos EUA como um "show político".

A situação política na Venezuela se agravou após 23 de janeiro, quando Guaidó se declarou o presidente interino do país e foi imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, Canadá e outros aliados dos EUA.

Rússia, México, China, Turquia, Uruguai e vários outros países se manifestaram reafirmando apoio a Maduro como o único legítimo chefe de Estado democraticamente eleito do país.

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