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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Guterres: ONU quer trazer oposição e governo venezuelanos para 'sérias negociações'

A Organização das Nações Unidas está disposta a reunir o presidente venezuelano Nicolás Maduro e o líder da oposição, Juan Guaidó para "negociações sérias", disse o secretário-geral da ONU, Antônio Guterres durante uma coletiva de imprensa realizada às margens da 32ª Cúpula da União Africana em 10 de fevereiro.


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"Consideramos que as Nações Unidas e eu, oferecemos nossos bons ofícios a ambas as partes a pedido de negociação, uma séria negociação capaz de tirar o país do atual impasse", disse Guterres em referência à crise de liderança da Venezuela.


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Secretário-geral da ONU, Antônio Guterres | Reprodução

A declaração vem depois que Juan Guaidó, chefe da Assembleia Nacional liderada pela oposição venezuelana, que vem desafiando a presidência de Maduro, acolheu a ajuda humanitária do exterior. A oposição venezuelana anunciou seus planos de realizar uma conferência internacional para atrair ajuda humanitária à Venezuela em Washington em 14 de fevereiro.

Por sua vez, o governo venezuelano afirmou que o país não experimenta uma crise humanitária, com o presidente Nicolás Maduro, que culpa Washington por organizar um golpe de Estado na Venezuela, tendo classificado a assistência dos EUA como um "show político".

A situação política na Venezuela se agravou após 23 de janeiro, quando Guaidó se declarou o presidente interino do país e foi imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, Canadá e outros aliados dos EUA.

Rússia, México, China, Turquia, Uruguai e vários outros países se manifestaram reafirmando apoio a Maduro como o único legítimo chefe de Estado democraticamente eleito do país.

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