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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Índia inicia produção do capacitado e equipado caça Tejas

O caça indiano Tejas MK-1 será equipado com todas as capacidades necessárias para o combate, incluindo o reabastecimento aéreo, radar AESA, guerra eletrônica e bombas inteligentes.


Sputnik

Depois de muito tempo, a Índia finalmente iniciou a produção do caça nacional de combate leve, Tejas.


Tejas da Força Aérea da Índia
Tejas indiano © AP Photo / Aijaz Rahi

O caça indiano entrou no programa operacional final (FOC), conforme o Ministério da Defesa do país.

A Agência de Desenvolvimento Aeronáutico (ADA) entregou a documentação à Hindustan Aeronautics Limited (HAL), em dezembro de 2018, para obter a certificação da aeronave e prosseguir com a produção do caça.

A empresa estatal HAL planeja entregar quatro aeronaves à Força Aérea da Índia até março, segundo o comandante da Força Aérea da Índia, marechal Dhanoa, que expressou desaprovação pelo atraso e baixa produção das aeronaves.

"Nós demos a concessão à Hindustan Aeronautics Limited (HAL), mas não receberemos nenhuma concessão do adversário na guerra", afirmou o marechal Dhanoa, comandante da Força Aérea da Índia.

Perante a situação, o governo indiano listou diversos passos que elevar o número de produção de caças Tejas, que atualmente é de oito aeronaves, contudo, há a possibilidade de que esse número seja elevado para 16 aeronaves por ano. A HAL está estabelecendo uma segunda unidade para as atividades estruturais e de munições.

Atualmente, a Índia conta com diversas aeronaves russas e soviéticas, assim como francesas, porém, o governo indiano sugere que o país deva contar com um esquadrão maior, formando duas frentes em uma eventual guerra com Paquistão e China, simultaneamente.

Porém, o atual cenário indica que, mesmo havendo um pedido de 36 caças Rafale, seis esquadrões de Tejas (incluindo os Tejas Mark 1A) e mais dois esquadrões de Su-30 MKI, a Índia permanecerá com menos de 30 esquadrões até 2032.

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