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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Índia inicia produção do capacitado e equipado caça Tejas

O caça indiano Tejas MK-1 será equipado com todas as capacidades necessárias para o combate, incluindo o reabastecimento aéreo, radar AESA, guerra eletrônica e bombas inteligentes.


Sputnik

Depois de muito tempo, a Índia finalmente iniciou a produção do caça nacional de combate leve, Tejas.


Tejas da Força Aérea da Índia
Tejas indiano © AP Photo / Aijaz Rahi

O caça indiano entrou no programa operacional final (FOC), conforme o Ministério da Defesa do país.

A Agência de Desenvolvimento Aeronáutico (ADA) entregou a documentação à Hindustan Aeronautics Limited (HAL), em dezembro de 2018, para obter a certificação da aeronave e prosseguir com a produção do caça.

A empresa estatal HAL planeja entregar quatro aeronaves à Força Aérea da Índia até março, segundo o comandante da Força Aérea da Índia, marechal Dhanoa, que expressou desaprovação pelo atraso e baixa produção das aeronaves.

"Nós demos a concessão à Hindustan Aeronautics Limited (HAL), mas não receberemos nenhuma concessão do adversário na guerra", afirmou o marechal Dhanoa, comandante da Força Aérea da Índia.

Perante a situação, o governo indiano listou diversos passos que elevar o número de produção de caças Tejas, que atualmente é de oito aeronaves, contudo, há a possibilidade de que esse número seja elevado para 16 aeronaves por ano. A HAL está estabelecendo uma segunda unidade para as atividades estruturais e de munições.

Atualmente, a Índia conta com diversas aeronaves russas e soviéticas, assim como francesas, porém, o governo indiano sugere que o país deva contar com um esquadrão maior, formando duas frentes em uma eventual guerra com Paquistão e China, simultaneamente.

Porém, o atual cenário indica que, mesmo havendo um pedido de 36 caças Rafale, seis esquadrões de Tejas (incluindo os Tejas Mark 1A) e mais dois esquadrões de Su-30 MKI, a Índia permanecerá com menos de 30 esquadrões até 2032.

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